Bper renova patrocínio ao Padiglione Venezia na 61ª Biennale com aquisição de obra de Alberto Scodro

Bper Banca é main sponsor do Padiglione Venezia na 61ª Biennale e adquire obra de Alberto Scodro para integrar a Galleria Bper e novas programações.

Bper renova patrocínio ao Padiglione Venezia na 61ª Biennale com aquisição de obra de Alberto Scodro

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Bper renova patrocínio ao Padiglione Venezia na 61ª Biennale com aquisição de obra de Alberto Scodro

Em consonância com uma estratégia que alia valorização territorial e projeção cultural de longo prazo, Bper Banca confirmou o papel de main sponsor do Padiglione Venezia na 61ª Esposizione Internazionale d’Arte della Biennale di Venezia – edição In Minor Keys –, que este ano apresenta a mostra Note Persistenti. A iniciativa reforça a posição do banco como ator ativo na interface entre finança e património cultural, calibrando investimentos com a precisão de um motor afinado para alta performance.

A exposição Note Persistenti propõe uma leitura curatoral dedicada à noção de persistência: aquilo que permanece e atravessa o tempo por meio de memórias, conexões e vestígios deixados pela experiência humana. Para Bper, esses conceitos de persistência e legado artístico corroboram o compromisso institucional com as comunidades onde atua.

Como gesto concreto dessa aposta, a Galleria Bper, coleção corporativa da instituição, realizará a aquisição de uma obra do artista Alberto Scodro, presente na mostra. A intenção declarada é assegurar continuidade expositiva à peça e ampliar sua valorização para além do contexto veneziano, incorporando-a a programações futuras e circuitos culturais nacionais.

"A parceria com o Padiglione Venezia e com um projeto como 'Note Persistenti' significa abraçar uma visão cultural que dialoga com o tempo e com a memória", afirma Sabrina Bianchi, responsável pelo Patrimônio Cultural da Bper Banca. Ela acrescenta que Venezia funciona historicamente como um cruzamento único para trocas artísticas e intelectuais, e que o banco assume um papel de frente na promoção do território, da arte e da cultura italiana. "Acreditamos na capacidade da arte de construir conexões e de falar às novas gerações, contribuindo para um crescimento social ancorado em responsabilidade, inclusão e sustentabilidade", conclui Bianchi.

O comunicado oficial lembra que a colaboração com o Padiglione Venezia integra um compromisso mais amplo da Bper em apoiar a arte em toda a Itália. Esse compromisso se materializa na programação contínua da Galleria Bper, presente em sedes expositivas que articulam um patrimônio difuso em cidades como Modena, Brescia e Genova, bem como nas novas remessas previstas para Ferrara e L’Aquila.

Além da aquisição de obras, a atuação do banco engloba um programa estruturado de iniciativas: apoio a mostras, percursos formativos, projetos para escolas, ações de estudo e pesquisa, além de encontros e momentos de aprofundamento. Essa abordagem multifacetada reflete uma concepção estratégica: aplicar freios e aceleradores de política cultural conforme necessário, garantindo sustentabilidade e eficácia nas intervenções.

Do ponto de vista econômico e simbólico, o movimento da Bper é uma calibragem fina entre responsabilidade institucional e visibilidade cultural — um ajuste tipicamente de engenharia, que permite ao setor privado operar como motor de conservação e difusão do património artístico. Em suma, trata-se de uma operação que conecta capital, cultura e comunidade com a precisão de um projeto de alta engenharia.