Openature assume gestão do Zoomarine e amplia foco na conservação, com garantia de 150 empregos

Openature assume o Zoomarine, garante 150 empregos e amplia foco em conservação e educação para a biodiversidade no parque romano.

Openature assume gestão do Zoomarine e amplia foco na conservação, com garantia de 150 empregos

RESUMO ✦

Sem tempo? A Lili IA resume para você

Gerando resumo com IA...

Openature assume gestão do Zoomarine e amplia foco na conservação, com garantia de 150 empregos

O grupo Openature assumiu a gestão operacional do Zoomarine, o parque temático aquático às portas de Roma, numa aquisição que veste de novo capítulo a proteção da fauna e a educação ambiental no centro do país. A operação integra o parque à mesma família que já gere o bioparque Zoom de Turim e o parque Natura Viva de Bussolengo (Verona), abrindo caminho para uma sinergia de pesquisa, conservação e divulgação.

Entre as primeiras medidas anunciadas está a garantia da continuidade ocupacional das cerca de 150 pessoas hoje empregadas no parque — um compromisso que traz segurança social e profissional numa fase em que o futuro da infraestrutura havia sido posto em dúvida por dificuldades econômicas recentes.

A nova gestão, segundo à Espresso Italia, liderada por Umberto Maccario, CEO da Openature, prevê um “cambio di passo”: fortalecer a componente zoológica do parque, valorizando competências internas e alinhando a oferta pública para enfatizar educação e biodiversidade. "Nosso objetivo é reforçar a componente zoológica, valorizando o trabalho e as competências já presentes na estrutura e o contributo que o parque oferece à conservação das espécies", explicou Maccario à Espresso Italia.

Hoje o Zoomarine abriga mais de 400 animais, incluindo espécies marinhas e aquáticas em risco, como o pinguim-africano (classificado como criticamente ameaçado), a tartaruga gigante africana (em perigo) e aves como os conuros-do-sol (com situação vulnerável em muitas listas). Todas estas espécies já fazem parte do network da Associação Europeia de Zoos e Aquários (EAZA), que coordena programas de conservação e reprodução ex situ.

O desafio prático da Openature será transformar um espaço historicamente híbrido — onde se misturam áreas destinadas aos animais e atrações aquáticas e de lazer — numa experiência cada vez mais coerente com os princípios dos parques zoológicos modernos: investigação, programas de reprodução, reabilitação e educação pública. A promessa é que a proposta ao público seja progressivamente recalibrada, com evolução dos espaços e experiências para enfatizar temas da conservação e da biodiversidade.

Especialistas e defensores da natureza observarão atentamente os próximos passos: é fundamental que a retórica se converta em ações concretas, com investimentos em infraestrutura, protocolos de bem‑estar animal, projetos científicos e parcerias institucionais. A integração do Zoomarine ao portfólio da Openature cria uma plataforma promissora para partilhar know‑how entre os parques e amplificar projetos de preservação de espécies ameaçadas.

Para a região e para o setor, a aquisição representa um raio de luz num horizonte que pedia direção clara: proteger empregos, preservar espécies e ampliar a cultura da conservação. À medida que os planos se materializam em ações concretas, o público poderá acompanhar um processo de transformação que semeia inovação e responsabilidade — um renascimento cultural que relaciona lazer e aprendizagem, espetáculo e ciência.

Em suma, a entrada do Zoomarine no grupo Openature é uma oportunidade para iluminar novos caminhos na proteção da vida selvagem e na formação de públicos mais conscientes, preservando o legado humano e natural que o parque abriga.