Eclipse de 2027: onde viajar para ver o ‘eclipse do século’ e como planejar a sua experiência

Descubra onde ver o Eclipse de 2027, o 'eclipse do século': rotas, durações da totalidade e dicas de viagem para garantir seu lugar no espetáculo.

Eclipse de 2027: onde viajar para ver o ‘eclipse do século’ e como planejar a sua experiência

RESUMO ✦

Sem tempo? A Lili IA resume para você

Gerando resumo com IA...

Eclipse de 2027: onde viajar para ver o ‘eclipse do século’ e como planejar a sua experiência

Ciao, viajante — se você perdeu o espetáculo deste ano e sente um doloroso FOMO, respire fundo: há um novo convite celestial à vista. O Eclipse de 2027, já apelidado de “eclipse do século”, acontece em 2 de agosto de 2027 e promete ser uma experiência inesquecível. Andiamo explorar onde e como ver esse fenômeno que, no seu ponto máximo, terá a totalidade a durar impressionantes seis minutos e 23 segundos sobre o Egito.

Mas não é preciso ir até o Egito para se maravilhar. O caminho da totalidade atravessa o estreito de Gibraltar e segue por partes do Norte de África e do Médio Oriente, oferecendo várias opções acessíveis na Europa e na África do Norte — perfeitas para quem busca a combinação de cultura, sabores locais e céu escuro.

Na Espanha, cidades costeiras voltam a ganhar destaque, embora o mapa mude em relação a eclipses anteriores: em Marbella a totalidade deve durar cerca de três minutos e 21 segundos; em Cádiz, serão dois minutos e 56 segundos. Os enclaves espanhóis no Norte de África, Ceuta e Melilla, também entram no espetáculo, com quatro minutos e 49 segundos e quatro minutos e 34 segundos de totalidade, respectivamente. O pequeno mas estratégico Gibraltar (Território Ultramarino Britânico) oferece quatro minutos e 28 segundos.

Itália marca presença com a charmosa ilha de Lampedusa, nas Pelágias, onde a escuridão completa dura cerca de dois minutos e 56 segundos — um cenário perfeito para quem busca unir praias rústicas e aquele Dolce Far Niente antes do grande momento.

No Norte de África, Tânger (Marrocos) ficará sob a sombra por quatro minutos e 51 segundos, e cidades tunisianas como Sfax terão cerca de dois minutos e 56 segundos de totalidade. Mas como o auge se dará sobre o Egito, muitos umbrófilos — os apaixonados e metódicos caçadores de eclipses — já olham para lá com desejo: no oásis de Siwa serão cinco minutos e 33 segundos; em Asyut, seis minutos e sete segundos; e em Luxor, quase o máximo: seis minutos e 22 segundos.

A Arábia Saudita também está no roteiro dos que querem somar história e cosmologia: Jidá terá cinco minutos e 53 segundos de totalidade, e Meca cerca de cinco minutos e 10 segundos.

Um conselho prático (e afetuoso): reserve acomodação com antecedência. Muitos hotéis já estão esgotados para a data e os que restam costumam elevar tarifas — então é hora de agir se quer garantir uma varanda calma para ver a Lua abraçar o Sol. Preocupado com o calor? Calma: a ciência traz conforto — a temperatura local pode cair até 10 ºC durante a totalidade, segundo especialistas da NASA entrevistados neste ano.

Para quem gosta de planejar futuras aventuras celestes, marque também estas datas: 26 de janeiro de 2028 haverá um eclipse anular que começará na América do Sul e atravessará Portugal (incluindo Madeira) e cidades de Espanha como Barcelona, Córdoba, Cádiz e Sevilha, com cobertura máxima de ~84%. E em 22 de julho de 2028, Austrália e Nova Zelândia assistirão a outro eclipse total, tocando cidades como Sydney, Queenstown e Dunedin.

Se for para sonhar comigo — Erica Santini — imagine-se em Luxor, com o perfume do Nilo e a textura antiga das pedras, enquanto o dia se dobra em noite por alguns minutos. É a promessa de uma memória sensorial: a luz que murcha, o ar que esfria, o silêncio coletivo. Preparados? Vamos, reserve e deixe-se levar por este roteiro celeste. Buon viaggio e buona fortuna!