Chingalan e Josemaria–González brilham: finais eletrizantes no P2 de Asunción
Chingalan e Josemaria–González brilham no P2 de Assunção: vitórias espetaculares e marcos na temporada do pádel.
RESUMO ✦
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Chingalan e Josemaria–González brilham: finais eletrizantes no P2 de Asunción
Em uma noite que iluminou o horizonte do pádel, os duplos favoritos cumpriram o roteiro dos grandes dias: Fede Chingotto e Ale Galán, os famosos Chingalan, e a parceria de Paula Josemaria com Bea González ergueram troféus na etapa P2 do Bank Asunción Premier Padel. Foi uma celebração do alto rendimento e da resiliência — sementes de luz que revelam caminhos novos para a temporada.
No circuito feminino, Josemaria e González conquistaram o quarto título da temporada com uma virada emblemática sobre Delfi Brea e Gemma Triay, fechando em 4-6, 6-3 e 6-3 após 2h40'. As espanholas superaram momentos de pressão: concederam 18 break points enquanto as adversárias tiveram nove, mas souberam manter a compostura e elevar o nível quando o jogo exigiu. Para Paula Josemaria foi um marco pessoal — o título de número 50 na carreira — um farol que ilumina o legado de uma atleta que segue semeando vitórias.
Esta vitória também amplia a série impressionante de Bea González em Assunção: é o seu terceiro triunfo consecutivo no torneio, agora conquistado com três parceiras diferentes — Delfi Brea (2024), Claudia Fernández (2025) e agora Paula Josemaria (2026). "Jogar aqui me traz sorte", disse Bea, agradecendo o público e destacando o trabalho coletivo da equipe. "Foi uma luta dura", completou Paula, que também celebrou a entrega do time e sinalizou a próxima parada: Buenos Aires.
No quadro masculino, os Chingalan mantiveram sua hegemonia contra Arturo Coello e Agustín Tapia, vencendo por 6-3 e 7-5 em apenas 1h17'. A partida teve momentos de brilho técnico — dois lances excepcionais de Chingotto, ambos executados fora de quadra após tentativas de X3, que empolgaram a torcida paraguaia e selaram o triunfo. "A chave é acreditar no que estamos fazendo", disse Ale Galán, definindo com clareza a filosofia que tem guiado a dupla.
Para o duo argentino foi o quarto título da temporada, após conquistas em Gijón, Miami e NewGiza. Já Coello e Tapia permanecem com dois troféus no ano (Gijón e Cancún). A caminhada até o caneco não foi simples para os campeões: na sexta-feira anterior eles sobreviveram a uma partida-maratonas contra Edu Alonso e Aimar Goñi — um teste de resistência que fortaleceu o grupo rumo à final.
Enquanto a luz desta vitória ainda aquece Assunção, os olhos se voltam para o P1 de Buenos Aires, programado para a semana seguinte. Resta saber se a geografia das finais repetirá o drama entre Chingalan e Coello/Tapia. Seja qual for o desfecho, o que ficou claro é que o pádel segue tecendo laços de excelência, cultivando valores competitivos e deixando um legado de altos padrões técnicos e paixão coletiva.
Na nossa leitura — que busca sempre revelar novos caminhos e semear inovação — estas vitórias simbolizam mais do que troféus: são faróis que indicam a direção do esporte, onde dedicação, técnica e coração se encontram para criar horizontes límpidos para a modalidade.