AI e cibersegurança: WeAreProject identifica prioridades das empresas no Forum IT 2026
WeAreProject: empresas priorizam inteligência artificial e cibersegurança; foco em formação, resiliência e compliance no Forum IT 2026.
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AI e cibersegurança: WeAreProject identifica prioridades das empresas no Forum IT 2026
Massimo Brugnoli, diretor de Inovação Digital da WeAreProject, traçou um diagnóstico objetivo sobre as demandas das empresas no encontro do setor realizado em Milão: as principais frentes de atenção corporativa hoje são a inteligência artificial e a cibersegurança. A declaração foi feita durante a edição 2026 do Forum Information Technology, organizado por Comunicazione Italiana, que discutiu a relação entre pessoas e tecnologias nas organizações.
Segundo Brugnoli, as organizações europeias procuram integrar a inteligência artificial de forma produtiva, mas enfrentam dois desafios claramente distintos e interligados. Primeiro, existe a necessidade de tirar proveito dos algoritmos sem desvirtuar as competências e a identidade profissional das equipes: a adoção de IA precisa ser uma camada de inteligência que complementa, e não substitui, o capital humano. Segundo, as empresas precisam preencher um gap de habilidades operacionais e de governança para responder a um arcabouço regulatório cada vez mais restritivo sobre risco digital.
Na metáfora de infraestrutura que melhor traduz o cenário, a implementação de IA é como ligar uma nova rede de distribuição de energia a um edifício: se a integração não considerar a compatibilidade dos sistemas internos, há risco de sobrecarga e perda de controle. Do mesmo modo, a crescente sofisticação das ameaças transforma a cibersegurança em um alicerce obrigatório — não apenas uma camada reativa, mas parte da arquitetura organizacional.
Para mitigar esses riscos, a WeAreProject atua com a criação de programas e cursos específicos destinados a elevar a consciência, a resiliência e as competências das equipes. Brugnoli ressaltou que a formação deve ir além de treinamentos pontuais: trata-se de estruturar percursos de aprendizagem que alinhem habilidades técnicas, processos de governança e uma cultura de gestão de risco compatível com as exigências normativas.
Do ponto de vista regulatório, a pressão é crescente. Empresas europeias não só têm de proteger dados e infraestruturas, mas também demonstrar conformidade e transparência na adoção de sistemas de IA. Esse contexto exige uma abordagem sistêmica: políticas internas, auditorias, monitoramento contínuo e reciclagem profissional são componentes do mesmo sistema nervoso que mantém as operações estáveis.
O papel de consultorias e integradores como a WeAreProject torna-se, portanto, o de consultor de infraestrutura digital — ajudar organizações a desenhar a topologia de dados, estabelecer controles de acesso e planejar trilhas de capacitação que permitam a integração segura e eficiente de tecnologias avançadas.
Em síntese, a mensagem de Brugnoli no Forum IT 2026 foi pragmática: as empresas europeias entendem que a inovação impulsionada por IA só é sustentável se assentada sobre práticas robustas de cibersegurança e investimento contínuo em competências. A transformação não é um sprint tecnológico, mas uma reconstrução gradual dos alicerces digitais das organizações.