Apple renova Mac Studio com chips M5 Max e M5 Ultra: desempenho para IA local e SSD PCIe Gen6

Apple lança Mac Studio com chips M5 Max e M5 Ultra: foco em IA local, SSD PCIe Gen6, Thunderbolt 5 e até 512GB de memória unificada.

Apple renova Mac Studio com chips M5 Max e M5 Ultra: desempenho para IA local e SSD PCIe Gen6

RESUMO ✦

Sem tempo? A Lili IA resume para você

Gerando resumo com IA...

Apple renova Mac Studio com chips M5 Max e M5 Ultra: desempenho para IA local e SSD PCIe Gen6

Por Riccardo Neri — A Apple atualizou a sua linha profissional desktop com o novo Mac Studio baseado nos chips M5 Max e M5 Ultra, uma evolução orientada para desempenho de inteligência artificial on-device e fluxos de trabalho profissionais que exigem alta largura de banda e latência baixa.

Guia Italia + — O conteúdo continua após a publicidade.

Continuação do Conteúdo ↘

Na perspectiva da infraestrutura digital, este lançamento é menos sobre um único componente e mais sobre reforçar os alicerces do «sistema nervoso» das estações de trabalho: combinando CPU, GPU, aceleradores neurais e uma arquitetura de armazenamento renovada, a Apple entrega uma plataforma pensada para executar modelos locais de grande escala, editar vídeo em tempo real e alimentar pipelines de renderização 3D.

Segundo a empresa, a capacidade de inferência de IA em dispositivo aumenta em até 4,3x em comparação com o modelo anterior equipado com M3 Ultra. Parte desse salto deriva da nova arquitetura de armazenamento: o SSD passa a utilizar PCIe Gen 6, dobrando a velocidade de leitura/gravação sustentada e reduzindo gargalos I/O em workloads intensivos.

A linha apresenta duas configurações principais:

  • M5 Max: CPU de 18 núcleos, GPU de até 40 núcleos com Neural Accelerator integrado em cada núcleo e memória unificada de até 128GB. Destinado a fotógrafos, desenvolvedores e profissionais de 3D e motion graphics, com ganho de GPU estimado em cerca de 50% face à geração anterior.
  • M5 Ultra: escala a 36 núcleos de CPU e GPU de até 80 núcleos, suportando até 512GB de memória unificada e banda interna de 1,2 TB/s. Projetado para executar localmente modelos linguísticos de grande porte, reduzindo a dependência de cloud por questões de custo e privacidade.

Na camada de conectividade, o novo modelo incorpora Thunderbolt 5 (até 120 Gbps), Wi‑Fi 7 e Bluetooth 6. O suporte a RDMA e Thunderbolt 5 permite criar clusters de Mac Studio: segundo a Apple, quatro unidades em cluster podem triplicar a performance de inferência AI em relação a uma única máquina — uma abordagem que favorece arquiteturas distribuídas de inferência e treinamento fino, próximas das práticas de datacenter, mas em formato de estação de trabalho.

Outros pontos práticos incluem suporte a genlock via USB‑C para sincronização com sistemas de aquisição de vídeo profissionais (por exemplo, iPhone 17 Pro) e capacidade de gerir até oito monitores externos. O gabinete mantém o formato compacto, agora com 35% de materiais reciclados, incluindo o alumínio do chassis e terras raras dos ímãs, alinhado ao objetivo de neutralidade carbónica da Apple até 2030.

Os pré‑encomendas estão abertos e as entregas começam em 22 de setembro; a configuração com 512GB de memória unificada chegará no fim de outubro. Os preços anunciados são €3.049 para o Mac Studio com M5 Max e €6.699 para a versão com M5 Ultra.

Do ponto de vista de infraestrutura digital, esta atualização não é apenas um aumento de números: é uma reorganização das camadas de inteligência — CPU, GPU, aceleradores neurais e armazenamento — para reduzir fricção entre dados e computação. Para organizações europeias que priorizam soberania dos dados e latência previsível, executar modelos localmente em equipamentos como o Mac Studio M5 Ultra pode ser uma estratégia mais eficiente e segura do que depender exclusivamente de nuvens públicas.

Guia Italia + — O conteúdo continua após a publicidade.

Continuação do Conteúdo ↘