BTO Be Travel Onlife 2026: o encontro sobre turismo digital volta à Stazione Leopolda em Firenze (10-11 nov.)
BTO Be Travel Onlife 2026 retorna à Stazione Leopolda em Firenze nos dias 10-11 de novembro; tema será anunciado após a Páscoa.
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BTO Be Travel Onlife 2026: o encontro sobre turismo digital volta à Stazione Leopolda em Firenze (10-11 nov.)
Assinatura Riccardo Neri — Analista de infraestrutura digital
20 de fevereiro de 2026
A edição de 2026 do BTO Be Travel Onlife, o principal evento italiano dedicado ao turismo digital, está confirmada para os dias 10 e 11 de novembro na histórica Stazione Leopolda, em Firenze. A iniciativa é promovida pela Regione Toscana e pela Camera di Commercio di Firenze, e organizada por Toscana Promozione Turistica, PromoFirenze e Fondazione Sistema Toscana.
Como observador das camadas invisíveis que sustentam a mobilidade e a experiência turística, vejo o BTO como um ponto de convergência entre políticas públicas, operadores privados e o ecossistema tecnológico. O tema-guia da décima oitava edição será anunciado logo após a Páscoa, durante a próxima reunião do Advisory Board, grupo que já coordenou a curadoria técnica e intelectual do evento.
A edição anterior consolidou o papel do evento como um verdadeiro observatório: mais de 350 speakers nacionais e internacionais passaram pelos palcos, com participação significativa dos principais players do setor de viagens. A audiência mostrou uma distribuição mais capilar pelo território nacional: além de Florença e Toscana, destacaram-se o crescimento contínuo de Roma, Veneza, Perugia e Bolonha, enquanto novas áreas como Verona, Sassari e Bari começaram a ganhar protagonismo.
No perfil dos participantes, os gestores de empreendimentos hoteleiros permanecem como o núcleo mais numeroso (quase 20% da plateia), mas o dado mais relevante, do ponto de vista sistêmico, foi o forte aumento da representação institucional: a presença de autoridades de Comuni, Regioni, DMO, DMC e Camere di Commercio quase dobrou, um sinal claro de que a governança pública passou a tratar a inovação digital e a inteligência artificial como infraestruturas indispensáveis para gerir destinos.
O ambiente acadêmico também respondeu com intensidade, consolidando o papel do BTO como um hub formativo para as novas gerações de operadores. Em termos de visibilidade, a cobertura foi robusta: mais de 70 jornalistas acreditaram na pauta, e a presença de media partners ampliou o alcance editorial.
No campo das redes, as ações nas plataformas do grupo Meta atingiram mais de 1,6 milhões de pessoas; foram publicadas mais de 1.500 stories no Instagram e 40 Reels que documentaram o evento em tempo real, apoiados por um Social Media Team formado por 20 creators. No LinkedIn, o evento consolidou sua função de referência profissional, com mais de 61.000 impressões orgânicas.
Enquanto aguardamos a divulgação do tema da próxima edição, a comunidade do BTO pode continuar a explorar os conteúdos já apresentados — um repositório de práticas, dados e estratégias úteis para quem administra destinos ou opera serviços turísticos em ecossistemas cada vez mais interconectados. O evento não é apenas uma vitrine: é uma malha de governança e conhecimento onde o algoritmo funciona como infraestrutura e o fluxo de dados atua como o sistema nervoso das cidades.
Em termos práticos, marcar a presença no BTO significa alinhar políticas públicas, modelos de negócio e camadas tecnológicas que definem a experiência do visitante e a resiliência das economias locais. Em 2026, com a Stazione Leopolda como nó físico, o encontro manterá seu papel de laboratório para testar como a inteligência artificial e as soluções digitais podem operar na interface entre turismo, cidade e comunidade.