Eurovision 2026: Sal Da Vinci canta 'Per sempre sì' na final — ordem e destaques da noite

Saiba a ordem da final do Eurovision 2026 e quando <strong>Sal Da Vinci</strong> canta 'Per sempre sì' na noite decisiva em Viena.

Eurovision 2026: Sal Da Vinci canta 'Per sempre sì' na final — ordem e destaques da noite

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Eurovision 2026: Sal Da Vinci canta 'Per sempre sì' na final — ordem e destaques da noite

O Eurovision 2026 chega à sua final com 25 países em disputa, e a noite promete ser um mosaico de estilos e narrativas que funcionam como um espelho do nosso tempo. A abertura ficará por conta do atual vencedor JJ, que depois do vídeo "The Way Home" — que acompanha a jornada simbólica do barquinho de papel da sua apresentação em Basileia, do Reno e do Danúbio até a Ópera Estatal de Viena — sobe ao palco para começar com a ária da Rainha da Noite de O Flauto Magico, de Mozart, e em seguida evolui para "Wasted Love" e o single novo "Unknown".

A produção que abre a final traz 40 bailarinos e 6 performers aéreos, com a Orquestra Sinfônica da Rádio ORF acompanhando ao vivo. Nessa sequência inicial também estará integrada a tradicional Flag Parade com as 25 delegações, um rito que conecta identidade nacional e espectáculo num único quadro.

O representante da Itália, Sal Da Vinci — nome civil Salvatore Michael Sorrentino, 57 anos, nascido em Nova York durante a turnê do pai e hoje napolitano de adoção — sobe ao palco de Viena com "Per sempre sì", uma canção que mistura italiano e dialeto napolitano. Sal chega ao Eurovision em um momento de reconhecimento comercial: após o duplo disco de platina de "Rossetto e Caffè" (2024) e o segundo lugar nas paradas italianas com "Per sempre sì".

Na transmissão italiana, a final será exibida em primeira serata pela Rai 1, precedida às 20h35 pelo programa "Anteprima Eurovision", que fará a ponte entre os bastidores de Viena e o grande show: reportagens, convidados e um resumo dos 20 países qualificados mais os cinco que acessaram diretamente a final. A apresentação italiana fica por conta de Gabriele Corsi — em sua sexta edição — e Elettra Lamborghini, que estreia como comentarista.

No palco de Viena, os anfitriões serão Victoria Swarovski e Michael Ostrowski. A posição de apresentação tem relevância estratégica: a Itália canta em 22ª posição, entre Chipre e Noruega, uma colocação tida como favorável por situar o país na parte final da noite.

Entre os favoritos da edição, destaque para a Finlândia (17ª na ordem), a Grécia (6ª) e a Austrália (8ª). A Dinamarca abre a final, enquanto a Áustria, país anfitrião, encerra a competição como 25ª no running order.

Ordem completa do Grand Final: Dinamarca, Alemanha, Israel, Bélgica, Albânia, Grécia, Ucrânia, Austrália, Sérvia, Malta, República Tcheca, Bulgária, Croácia, Reino Unido, França, Moldávia, Finlândia, Polônia, Lituânia, Suécia, Chipre, Itália, Noruega, Romênia e Áustria.

Mais do que um concurso de canções, a final do Eurovision é hoje um cenário de transformação cultural, onde o espetáculo coreográfico, a orquestra ao vivo e as línguas — nacionais e dialetais — escrevem um roteiro oculto sobre pertencimento e memória. A atuação de Sal Da Vinci traz para esse ecossistema a semiótica do regionalismo contemporâneo: cantar em italiano e em dialeto é reivindicar raízes em um palco global, um gesto que reverbera como um refrão coletivo.