Itália brilha e vence a Polônia por 3-1: agora é final europeia de voleibol feminino

Itália vence Polônia por 3-1 e avança à final do Euro de voleibol feminino; Velasco e destaque de Antropova rumo a Istambul.

Itália brilha e vence a Polônia por 3-1: agora é final europeia de voleibol feminino

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Itália brilha e vence a Polônia por 3-1: agora é final europeia de voleibol feminino

Com a determinação de quem sabe iluminar caminhos mesmo nas noites mais desafiadoras, a seleção Itália de voleibol feminino venceu a Polônia por 3 a 1 e garantiu um lugar na final do Campeonato Europeu. Sob o comando experiente de Velasco, as azzurre confirmaram a vaga após parciais de 25-19, 25-19, 21-25 e 25-16.

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O encontro teve momentos de pura tensão e também instantes de clareza competitiva: o primeiro set ganhou vida com duas séries de saque de Orro e Danesi, que forçaram o timeout da Polônia com vantagem italiana de 6-2. Apesar de uma tentativa de reação das adversárias, as líderes renovaram o ritmo no fim e fecharam em 25-19, com dois bloqueios definitivos que selaram a parcial.

No segundo set, foi Antropova quem colocou a equipe em vantagem inicial a partir do serviço. A igualdade veio em 10 a 10, mas a sequência de troca de posições durou pouco: a Itália retomou a dianteira e abriu vantagem crescente até o novo 25-19, desta vez confirmado por um ace sortudo de Danesi. A solidez do bloqueio e a variação no saque foram chaves para a construção dessa vantagem.

A única turbulência da noite apareceu no terceiro parcial, quando erros de Egonu e Antropova ajudaram as polacas a se distanciarem (6-2), forçando um pedido de tempo de Velasco. A reação italiana levou à igualdade em 9, mas a Polônia, com respostas certeiras, conseguiu abrir cinco pontos e resistiu às tentativas de recuperação até vencer o set por 25-21.

No quarto e decisivo set, entretanto, voltou a brilhar o bloqueio azzurro. Com Danesi e Egonu elevando o volume, a equipe construiu uma fuga sólida que se transformou em vitória por 25-16 e na confirmação da passagem à final. A partida selou a evolução de um coletivo que não cede diante das adversidades.

Na sequência da festa contida, já começa a projeção para o confronto que decidirá o título: será contra a Turquia, que jogará em casa, em Istambul, sob o comando de Daniele Santarelli. Confrontos recentes entre as duas equipes têm sido intensos: houve dois 3-0 — um na fase de grupos e outro em semifinal — no caminho para o ouro olímpico em Paris, e um apertado 3-2 na final mundial do ano passado em Bangcoc, lembranças que prometem uma final de alto nível.

Após a partida, Antropova, autora de 14 pontos, resumiu o sentimento da equipe: “Esperamos um palanque hostil, será difícil jogar contra elas em casa, mas também muito motivador. Estamos felizes quando enfrentamos dificuldades e conseguimos superá-las; amanhã precisaremos melhorar a continuidade.” Myriam Sylla também elogiou a adversária: “Foi um jogo muito difícil, com recepção complicada. Estou muito feliz com o resultado. As outras equipes nos estudam e, em alguns momentos, elas foram melhores; precisamos manter o foco”.

Assim, lideradas pela luz estratégica de Velasco e pela energia coletiva das jogadoras, as italianas semeiam agora a expectativa de um desfecho brilhante em Istambul — um convite para cultivar valores e celebrar um legado de resistência, técnica e elegância esportiva.

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