Cruciani: “Eu odeio a água, prefiro os cheiros reais do corpo” — entrevista revela rotina e memórias

Giuseppe Cruciani diz a 'Chi' que 'odeia a água', prefere cheiros naturais e comenta rumores sobre Mediaset e a possível presença de Selvaggia Lucarelli na Isola dei Famosi.

Cruciani: “Eu odeio a água, prefiro os cheiros reais do corpo” — entrevista revela rotina e memórias

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Cruciani: “Eu odeio a água, prefiro os cheiros reais do corpo” — entrevista revela rotina e memórias

Em entrevista publicada no semanal Chi, o apresentador de rádio e condutor de La Zanzara, Giuseppe Cruciani, voltou a provocar polêmica com declarações sobre higiene pessoal e hábitos cotidianos, no momento em que surgem rumores sobre um possível ingresso nas redes Mediaset.

Cruciani afirma categoricamente: "Eu odeio a água. Me lavo a pedaços, odeio tomar banho. Faço duas duchas por semana. Vou para a cama sem tomar banho e acordo sem tomar banho pela manhã." O apresentador justificou a escolha com uma preferência clara pelos sinais naturais do corpo: "As pessoas muito limpas me causam nojo [...] Eu quero os odores verdadeiros do ser humano, seja homem ou mulher."

A entrevista, obtida pelo semanal, coincide com especulações de movimentações profissionais de Cruciani entre os grupos de televisão. Sobre os boatos de participação de Selvaggia Lucarelli na próxima edição de Isola dei Famosi — programa no qual o próprio Cruciani é apontado como possível concorrente — o apresentador adotou postura pragmática: "Quanto a Selvaggia Lucarelli, isso não muda absolutamente nada para mim. Se ela estiver, bem; se não estiver, tanto faz. Eu decido sempre com base no que considero certo para mim."

No mesmo depoimento, há um registro biográfico e familiar. Cruciani rememora a infância: menino que jogava futebol no campinho, organizava apostas entre colegas e, aos nove ou dez anos, saia escondido para promover esses torneios, desaparecendo por horas. "Meu pai não me encontrava e, quando eu voltava para casa, levava surras." Aos dezoito anos, relata, saiu de casa e passou a se sustentar sozinho.

O relato fecha com trechos sobre a mãe, hoje viva, mas acometida por Alzheimer. "Ela mora no Abruzzo. Eu a vejo muito pouco. Quero agradecer à minha irmã Sofia, porque ela está ao lado dela todos os dias. Eu, quando consigo, desço para dar um abraço." A menção reforça um conteúdo humano e privado que equilibra as declarações provocativas com responsabilidades familiares.

Como repórter com apuração in loco e cruzamento de fontes, registro que a entrevista segue o padrão já conhecido das aparições públicas de Cruciani: declarações diretas, polarizadoras e que costumam gerar repercussão imediata. Não há indicação na publicação de conflitos de fato em relação às citações reproduzidas; tratam-se de afirmações pessoais do próprio entrevistado.

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