DL Lavoro: UGL defende salário justo e incentivos para impulsionar emprego e contratações
Ulgiati (UGL) avalia o DL Lavoro: defesa do salário justo, incentivos a emprego de mulheres e jovens e medidas contra caporalato digital.
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DL Lavoro: UGL defende salário justo e incentivos para impulsionar emprego e contratações
Giulliano Martini - Em audiência na Comissão Trabalho da Câmara, Luigi Ulgiati, Vice‑Segretario Generale da UGL, avaliou o decreto‑lei 62/2026 (DL Lavoro) destacando avanços relevantes e apontando pontos que exigem clarificação. A declaração ocorreu em sessão técnica em que foram analisadas medidas destinadas à transição produtiva do país e ao mercado de trabalho.
Segundo Ulgiati, o texto contém intervenções «condivisibili e utili» para acompanhar a transformação econômica, com ações positivas para incentivar a contratação de mulheres e jovens, suporte à única ZES do Mezzogiorno e mecanismos que favorecem a estabilização dos rapporti di lavoro. As estimativas citadas pelo dirigente sindical indicam que essas medidas poderiam determinare oltre 110.000 nuove assunzioni.
Entre as inovações, Ulgiati ressaltou a introdução do conceito de salário justo, sublinhando que não deve ser reduzido a um mero salário mínimo legale orário. A UGL reafirma a centralidade da contratação coletiva nacional — conforme os artigos 36 e 39 da Constituição — e defende que os contratos firmados pelas principais organizações sindacais já asseguram ampla cobertura dos trabalhadores, representando o instrumento mais eficaz para proteger salários e direitos.
No entanto, o vice‑secretário geral requisitou maior precisão em pontos critici del decreto, para evitare il rischio di limitare la rappresentanza sindacale o di creare clausole che possano alimentare contenziosi tra le parti sociali. Ulgiati enfatizou também o problema dei ritardi nei rinnovi contrattuali, che risulta aggravato dall'aumento del costo della vita e richiede interventi tempestivi.
Outro aspecto positivo, na avaliação apresentada em sede di audizione, riguarda le misure contro il caporalato digitale e la regolamentazione del lavoro tramite piattaforme. Ulgiati, porém, advertiu che l'accesso mediante SPID, CIE (Carta d'Identità Elettronica) o credenziali dedicate non elimina del tutto il rischio di intermediazione illecita. Por isso, propôs avaliar a introdução de sistemas de reconhecimento facial para rafforzare i controlli e garantire maggiore sicurezza, come uma possível medida complementar às credenciais digitali.
O teor do pronunciamento baseou‑se em levantamento técnico e no cruzamento de fontes sindacais e istituzionali, com foco nos fatos brutos e nas implicações pratiche per il mondo del lavoro. A UGL demandou altresì chiarimenti formali sul testo legislativo onde la norma potrebbe incidere sulla rappresentanza e sulla dinamica contrattuale nazionale.
Em síntese: Ulgiati valorizou gli elementi di incentivazione all'occupazione e la tutela delle categorie più fragili, ma ha richiamato l'attenzione sul bisogno di strumenti di implementazione chiari e di controlli efficaci per evitare distorsioni e contenziosi. La proposta di rafforzare l'identificazione per contrastare l'intermediazione illecita apre un filone operativo che richiederà approfondimenti tecnici e valutazione delle implicazioni per la privacy.
Apuração: audizione presso la Commissione Lavoro della Camera; verifica de dichiarazioni ufficiali dell'UGL e analisi delle misure previste dal DL 62/2026. Fatti brutos, sem retórica: as propostas avançam, ma necessitano di chiarimenti tecnici e di un piano operativo per tradursi in effettivi benefici per i lavoratori.