Fater acelera digitalização para repensar trabalho com foco em People First e Fater 2030
Fater acelera digitalização com foco em People First e Fater 2030; 8 milhões em 2025 e time de Data&Analytics ampliado para transformar processos.
RESUMO ✦
Sem tempo? A Lili IA resume para você
Fater acelera digitalização para repensar trabalho com foco em People First e Fater 2030
Por Giulliano Martini — A digitalização em Fater é apresentada como um compromisso estratégico e cultural de longo prazo, voltado a redesenhar a forma como a empresa trabalha e a apoiar todas as funções em suas atividades diárias. Integrada ao plano de transformação Fater 2030, a iniciativa reforça a prioridade da empresa em colocar pessoas no centro — sob o lema People First — e traduz um esforço coletivo para redefinir o papel da companhia nos mercados e nas comunidades onde atua.
“Em Fater — explica Domenico Di Francescantonio, chief information officer — promovemos a digitalização não como um conjunto de ferramentas, mas como um percurso cultural que coloca as pessoas no centro. O objetivo é claro: tornar a vida profissional de todos mais simples, mais intuitiva e mais smart. Cada investimento, projeto ou aplicação existe para liberar tempo, reduzir a complexidade e permitir que os colegas se concentrem no que gera valor”.
A estratégia de transformação apoia-se em três pilares que orientam o futuro da empresa: simpler — simplificar processos; closer — aproximar-se de stakeholders; e happier — promover um ambiente de trabalho mais satisfatório para todos os envolvidos. Essa prioridade se reflete em um programa de investimentos sem precedentes na história da companhia: nos últimos sete anos a despesa com digitalização foi quadruplicada e, no último exercício fiscal, os investimentos dobraram em relação ao ano anterior.
Para 2025, a empresa destinou 8 milhões de euros exclusivamente à digitalização, recursos que serão aplicados em projetos de simplificação de procedimentos internos e que a empresa estima gerar economias operacionais da ordem de 10 milhões de euros por ano. Esses números evidenciam a dimensão e a expectativa de retorno financeiro e operacional da transformação em curso.
Na prática, Fater reforçou sua estrutura tecnológica: o grupo de TI foi relançado e ampliado, o time de Data & Analytics cresceu de 2 para 11 profissionais e novos grupos de trabalho foram criados, entre eles o dedicado à Cybersecurity. Essa reorganização busca tanto garantir maior robustez técnica quanto dotar a empresa de competências para extrair valor dos dados.
O enfoque de Fater combina automação e ferramentas digitais com desenvolvimento de pessoas. A companhia enxerga a inteligência artificial (IA) como aliada para apoiar tarefas e aumentar produtividade, enquanto investe em planos de formação para que colaboradores em funções não operacionais adquiram novas competências e se concentrem em atividades estratégicas.
Além disso, foram estruturados times transversais para fomentar integração entre áreas, reduzir silos e acelerar a adoção de soluções digitais no dia a dia. O modelo adotado tem um propósito objetivo: simplificar a complexidade, aproximar a empresa das necessidades reais dos seus públicos e tornar o ambiente de trabalho mais eficiente e sustentável.
Em suma, a transformação digital em Fater é tratada como um eixo central do plano Fater 2030, com investimentos significativos, reforço de competências técnicas e foco em pessoas. A expectativa declarada pela empresa é que a combinação entre tecnologia, formação e reorganização de times gere ganhos concretos de eficiência e uma melhoria mensurável na qualidade do trabalho.