ISA 2025: Tributaristas elogiam medidas que consideram queda de margens e rentabilidade

INT elogia mudanças nos ISA 2025 que consideram a queda de margens e rentabilidade, alinhando índices à real capacidade contributiva.

ISA 2025: Tributaristas elogiam medidas que consideram queda de margens e rentabilidade

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ISA 2025: Tributaristas elogiam medidas que consideram queda de margens e rentabilidade

Roma, 12 de março de 2026 — O Istituto Nazionale Tributaristi (INT) manifestou nesta sexta-feira reconhecimento pelas alterações introduzidas nos Indici sintetici di affidabilità fiscale (ISA) para o período de imposto de 2025, com ênfase às medidas que passam a considerar a contração da marginalidade e da rentabilidade das atividades econômicas.

O INT esteve representado na reunião da Comissão ministerial de especialistas para os ISA pelo seu delegado, o vice‑presidente nacional vicário Giorgio Del Ghingaro. Em declaração oficial, Del Ghingaro afirmou que a categoria vinha reiteradamente sinalizando às autoridades a necessidade de que os modelos de análise incorporassem, de forma adequada, as dinâmicas econômicas que afetam os margens dos negócios.

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"Trata‑se de um perfil que, como categoria, havíamos repetidas vezes destacado junto às instituições competentes, evidenciando a necessidade de que os instrumentos de análise levem em conta as dinâmicas econômicas que incidem sobre os margens das atividades", declarou Giorgio Del Ghingaro, segundo o documento distribuído pelo INT.

No diagnóstico do representante dos tributaristas, o reconhecimento explícito da redução dos margens e da capacidade de geração de renda por parte de empresas e profissionais configura "um passo importante rumo a uma maior aderência dos ISA à situação econômica real dos contribuintes". Em um cenário marcado por aumentos significativos de custos operacionais e consequente compressão da rentabilidade, a inclusão dessas variáveis nos índices é vista como uma correção necessária.

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O comunicado do INT destaca que a intervenção representa um elemento positivo no processo de atualização dos ISA e contribui para o aperfeiçoamento progressivo das ferramentas de análise, tornando‑as "cada vez mais coerentes com a real capacidade contributiva dos contribuintes". A organização ressalta que essa alteração não elimina a necessidade de vigilância e de futuras revisões, mas aponta para uma recuperação da correspondência entre indicadores estatísticos e realidade econômica observada in loco.

Do ponto de vista técnico, especialistas do INT defendem que os ajustes aos ISA devem ser acompanhados de transparência metodológica e de um cruzamento de fontes capaz de reduzir margens de erro em avaliações automatizadas. Segundo os tributaristas, apenas dessa forma será possível assegurar que os indicadores fiscais respeitem o princípio da capacidade contributiva, evitando distorções que penalizem empresas em setores fortemente afetados pela elevação de custos.

O posicionamento do INT foi apresentado formalmente durante a sessão ministerial e integra o conjunto de contribuições técnicas encaminhadas ao governo para a finalização dos parâmetros que valerão para o período de imposto 2025.

Apuração direta, cruzamento de fontes e foco na realidade econômica: esse é o fio condutor do posicionamento técnico do INT sobre os ISA.

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