Kesha diz carregar fragmento da própria placenta em colar: ‘abre o terceiro olho’

Kesha diz usar pedaço da própria placenta em colar e afirma que objeto ‘abre o terceiro olho’. Ela também coleciona dentes e fala sobre rituais esotéricos.

Kesha diz carregar fragmento da própria placenta em colar: ‘abre o terceiro olho’

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Kesha diz carregar fragmento da própria placenta em colar: ‘abre o terceiro olho’

Em entrevista ao podcast Call Her Daddy, a cantora Kesha relatou práticas pessoais que chamaram atenção pela singularidade. A conversa, reproduzida por veículos como People, teve momento inusitado quando ela exibiu um pingente que definiu não como dente, mas como um fragmento de sua placenta.

Durante o episódio, apresentado por Alex Cooper, Kesha mostrou o acessório — um colar em formato de coração — e explicou sua origem. Em determinado momento ela percebeu que havia perdido o pingente entre as almofadas do sofá: “Perdi minha placenta no seu sofá”, disse, antes de localizá-lo novamente.

A cantora detalhou como o objeto foi preservado: segundo a sua versão, a mãe guardou a placenta, e quando foram recuperá-la no porão, transformaram o material em joia. “De acordo com minha mãe, a placenta dá uma espécie de segunda visão, abre o terceiro olho. Ela lutou para guardá-la. Quando a encontramos no porão (ela tinha 21 anos), nós pegamos, colocamos no liquidificador e transformamos em um colar”, contou Kesha.

Além do episódio com a placenta, a artista falou sobre outra prática recorrente: a criação de joias com dentes. “Gosto de ter sempre comigo uma pequena parte das pessoas que amo”, afirmou. Kesha disse colecionar dentes há algum tempo, inclusive dos seus gatos — dentes que teriam sido extraídos, como os dentes do juízo dos felinos, mantidos por ela.

No tom direto que caracterizou a entrevista, Kesha definiu seu apego a esses objetos como parte de rituais e de um universo esotérico pessoal. “Sou como uma líder de culto... Gosto dos rituais que me lembram esse mundo esotérico no qual prefiro viver. Aqui na Terra tudo é chato, mas quando entro no mundo espiritual, com guias e anjos, é lá que prefiro estar. É divertido”, disse.

O relato foi publicado em rede social vinculada ao Call Her Daddy, gerando repercussão e comentários públicos. A narrativa traz à tona duas linhas factuais: a preservação doméstica de restos placentários por crença cultural ou familiar e a prática de transformar partes do corpo em objetos de lembrança afetiva — temas que, apesar de incomuns para a audiência geral, não são inéditos no universo de rituais pessoais e colecionismo.

Relato e contexto foram apresentados sem juízo de valor, com base nas declarações da própria artista. A verificação externa limita-se à reprodução do episódio e à menção de cobertura de veículos de imprensa, sem comprovação científica sobre as alegadas propriedades espirituais atribuídas à placenta.

Apuração: Giulliano Martini, correspondente. Fato relatado diretamente no podcast e confirmado por excertos divulgados pela mídia.