Lum lança novo curso de Engenharia Biomédica para conectar saúde, tecnologia e inovação
Lum inaugura bacharelado em Engenharia Biomédica em Bari, integrando saúde, tecnologia e inovação com foco em IA, machine learning e estágios práticos.
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Lum lança novo curso de Engenharia Biomédica para conectar saúde, tecnologia e inovação
Por Alessandro Vittorio Romano — Em mais um gesto que respira a paisagem em mudança do ensino superior, a Lum Giuseppe Degennaro, em Bari, inaugura um novo curso de graduação: o bacharelado em Engenharia Biomédica. É um sinal claro de como universidades podem semear futuros — não apenas acompanhando as estações da tecnologia, mas cultivando quem as fará florescer.
Giovanni Schiuma, diretor do Departamento de Engenharia da Lum, descreve a iniciativa como uma escolha de profundo valor estratégico para a instituição e para o território. Segundo ele, o curso nasce alinhado ao plano estratégico da universidade, reforçando uma visão que articula as ciências da saúde, a tecnologia e a inovação. "Queremos formar engenheiros biomédicos em um ambiente acadêmico que dialogue constantemente com a Medicina, a pesquisa translacional e as profissões sanitárias", afirma Schiuma — uma declaração que soa como convite a uma colheita conjunta entre engenharia e clínica.
Ao longo dos três anos, os estudantes receberão uma base sólida nas disciplinas científicas e de engenharia essenciais, antes de mergulharem nos temas que bordam o corpo e a máquina. O curso prevê formação em bioengenharia, processamento de dados biomédicos, sistemas informativos, cybersecurity, estatística aplicada à pesquisa médica, automação e projeto assistido. No terceiro ano, o currículo avança para áreas de vanguarda: machine learning, inteligência artificial, image processing para diagnóstico, tecnologias de dispositivos médicos, robótica em contexto sanitário e gestão de sistemas de saúde.
Além das disciplinas teóricas e laboratoriais, o percurso inclui estágios e contato direto com redes externas — um fio que liga a sala de aula às dinâmicas concretas do mercado de trabalho e da inovação. São experiências práticas que transformam conhecimento em habilidade e sensibilidade profissional, como o aprender a ouvir o pulso da cidade e responder com soluções úteis.
Schiuma encerra lembrando que, com o novo curso, a Lum renova seu compromisso de formar pessoas capazes de interpretar e conduzir as transformações. "Não se trata apenas de perseguir o futuro, mas de contribuir para construí-lo" — uma missão que parece surgir do mesmo fluxo natural que orienta boas colheitas: planejamento, cuidado e uma visão de longo prazo.
Para quem acompanha a respiração lenta e constante das inovações em saúde, a chegada do bacharelado em Engenharia Biomédica da Lum representa uma semente preciosa. É o tipo de iniciativa que, com a combinação certa de técnica e sensibilidade, pode ajudar a projetar tecnologias que respeitam o corpo humano e as suas marés internas — sistemas que curam, assistem e melhoram a qualidade de vida com elegância e precisão.