Nursing Up vai ao Consiglio di Stato contra a criação do assistente infermiere após decisão do TAR Lazio
Nursing Up anuncia recurso ao Consiglio di Stato contra o Dpcm que criou o assistente infermiere; sindicato teme sobreposição de competências.
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Nursing Up vai ao Consiglio di Stato contra a criação do assistente infermiere após decisão do TAR Lazio
ROMA, 03 de setembro de 2026 — Após a decisão do TAR Lazio de declarar inadmissível o recurso apresentado pelo sindicato Nursing Up contra o Dpcm de 28 de fevereiro de 2025, que ratificou o Acordo Stato-Regioni e instituiu a figura do assistente infermiere, o sindicato anuncia que percorrerá a via administrativa até o próximo grau, apelando ao Consiglio di Stato.
Antonio De Palma, presidente nacional do Nursing Up, vê a medida como «a continuação natural de uma batalha de coerência» iniciada bem antes das contestações judiciais. Para o sindicato, a nova figura professionale corre o risco de provocar sovrapposizioni di competenze, criar áreas cinzentas na organização do trabalho e causar um progressivo empobrecimento da profissão de enfermagem.
«Tomamos nota da decisão do TAR, respeitamos a sentença, mas não a compartilhamos e não pretendemos parar aqui — declara De Palma —. Combatemos essa luta quando teria sido certamente mais cômodo silenciar, e continuaremos até o último grau previsto pelo ordenamento. Por isso estamos determinados a recorrer ao Consiglio di Stato.»
Na motivação, o Tribunal regional também examinou as censuras quanto ao mérito, considerando-as, em partes, infundadas. Ainda assim, a posição do Nursing Up permanece firme: na visão do sindicato, a definição do novo perfil profissional pode gerar zone grigie organizzative e incertezas operative che incidono sulla qualità dell'assistenza e sui percorsi di carriera degli infermieri.
O episódio se desenrola como um vento que agita as folhas antes da mudança de estação: há quem veja na reforma uma oportunidade de colher novos ramos de organização, e há quem tema que as raízes da profissão sejam fragilizadas por intervenções precipitadas. O debate não é apenas jurídico, é sobretudo um debate sobre como organizar o cuidado cotidiano, sobre quem assume responsabilidades dentro das equipes e sobre o tempo interno do corpo coletivo dos servizi sanitari.
Enquanto se aguarda o pronunciamento do Consiglio di Stato, o cenário segue de tensão e vigilância. O sindicato prepara argumentos técnicos e jurídicos para sustentar sua posição na próxima instância, prometendo enfatizar i rischi di sovrapposizione competenziale e i riflessi sull'integrità professionale.
Para o observador atento — que respira a cidade como se fosse um organismo vivo — esta disputa lembra a colheita de hábitos que antecede uma nova estação: decisões tomadas em escritórios e salas de conselho reverberam na rotina dos turnos, nas pausas entre um turno e outro, na qualidade do cuidado recebido por chi cerca conforto e cura. A batalha jurídica agora segue para o Consiglio di Stato, onde serão pesados argumentos e esperanças de quem trabalha à beira do leito.
Continuaremos a acompanhar o caso, trazendo a sensibilidade do cotidiano e o olhar sobre como essas mudanças legislativas se traduzem no bem-estar dos profissionais e, por consequência, na assistência aos cidadãos.

