The World’s 50 Best Hotels 2026: 16 hotéis europeus brilham na lista alargada 51-100

Lista 51-100 do The World’s 50 Best Hotels 2026 revela 16 hotéis europeus; Itália lidera com nove entradas. Saiba os destaques e novidades.

The World’s 50 Best Hotels 2026: 16 hotéis europeus brilham na lista alargada 51-100

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The World’s 50 Best Hotels 2026: 16 hotéis europeus brilham na lista alargada 51-100

Ciao, viajante dos sentidos — aqui é Erica Santini para partilhar uma notícia que cheira a perfume de lavanderia de luxo e sal marinho. Enquanto o setor hoteleiro aguarda a grande revelação dos premiados no top 50, a organização 50 Best já tornou público o seu ranking alargado: a lista 51-100 do The World’s 50 Best Hotels 2026.

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Esta lista intermédia reúne hotéis de 23 territórios e 40 cidades, traçando um mapa global de refúgios que vão do urbano ao idílico. Feita a partir dos votos de mais de 800 especialistas anónimos, a classificação antecipa a cerimónia principal que será anunciada em Paris, nas Les Salles du Carrousel, a 15 de setembro de 2026 — marque na agenda e prepare o aperitivo: a cidade-luz será o palco da celebração.

Em termos regionais, a Ásia domina a nova listagem com 20 hotéis, e o Japão destaca-se com sete propriedades incluídas — entre elas o Janu Tokyo em 52.º lugar e o Park Hyatt Tokyo em 53.º. Outros nomes nipónicos a aparecer são o The Okura (69.º) e o Palace Hotel Tokyo (73.º), simbolizando o equilíbrio entre tradição e contemporaneidade.

Mas permitam-me um suspiro italiano: a Europa surge com 16 hotéis nesta lista alargada, e a Itália é a mais presente entre os países europeus, com nove unidades assinaladas. Do esplendor costeiro às colinas de Toscana, há tanto para assaporar a história nos corredores destas propriedades.

O topo desta lista alargada é ocupado pelo regressado La Réserve Paris, que figura em 51.º lugar, enquanto a França acolhe outras estreia e retornos notáveis — o icónico Ritz Paris reaparece em 72.º, e o Carlton Cannes entrou em 80.º. O elegante The Maybourne Riviera, em Roquebrune-Cap-Martin, regressa em 93.º posição, como quem volta a um velho amor.

Na Itália, a nova entrada mais bem posicionada é o Il San Pietro di Positano (58.º), cujas varandas suspensas sobre o Mediterrâneo evocam o verdadeiro Dolce Far Niente. Também inéditos na lista estão o Castiglion del Bosco, em Montalcino (62.º); o Orient Express La Minerva, em Roma (66.º); o Forestis Dolomites, em Brixen (68.º); e a encantadora Villa Treville, em Positano (91.º). Outros clássicos italianos que figuram são o Splendido de Portofino (60.º), o Borgo Santandrea, em Amalfi (84.º), o Borgo Egnazia, em Savelletri (88.º), e o Reschio, em Lisciano Niccone (95.º).

O Reino Unido aporta dois hotéis: a nova entrada Rosewood London em 56.º lugar e o veterano Gleneagles, na Escócia, em 100.º. A Turquia surge com o Maçakızı, em Bodrum, em 76.º, enquanto as Américas e outras regiões repartem-se as restantes posições: a América do Norte soma nove hotéis, a América do Sul e a Oceânia têm dois cada, e África aparece com uma representação.

Em resumo, esta prévia do The World’s 50 Best Hotels 2026 é uma tapeçaria de experiências: desde os perfumes dos vinhedos toscanos às luzes de Tóquio, passando pelos azuis intensos da Costa Amalfitana. Andiamo — acompanhem-me até 15 de setembro, quando a lista completa se revelará em Paris e nós, juntos, celebraremos os lugares que nos fazem sonhar acordados.

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