Zahara Jolie oficializa retirada do sobrenome Pitt: terceira filha que opta pelo sobrenome da mãe

Zahara Marley Jolie oficializa a remoção do sobrenome Pitt; terceira filha a optar pelo sobrenome da mãe após decisão judicial na Califórnia.

Zahara Jolie oficializa retirada do sobrenome Pitt: terceira filha que opta pelo sobrenome da mãe

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Zahara Jolie oficializa retirada do sobrenome Pitt: terceira filha que opta pelo sobrenome da mãe

Por Chiara Lombardi — Em mais um movimento que reflete um roteiro oculto da família mais observada de Hollywood, Zahara, a filha de Angelina Jolie e Brad Pitt, teve aprovada por um juiz californiano a remoção do sobrenome paterno. Na decisão proferida na segunda-feira, 28 de setembro, a jovem de 21 anos tornou-se legalmente Zahara Marley Jolie.

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A ação judicial foi protocolada em junho pela própria Zahara, que já havia antecipado a mudança em público: em maio, durante a cerimônia de formatura no Spelman College, foi anunciada como "Zahara Marley Jolie". A formalização no cartório apenas cristaliza uma escolha já feita no palco — e que carrega um significado além do nominal.

Desde a separação dos pais, anunciada em 2016 e com o divórcio concluído no fim de 2024, vários dos seis filhos do casal — três adotivos e três biológicos — têm abandonado ou solicitado a remoção do sobrenome Pitt para usar apenas o de Jolie. Zahara é apontada como a terceira filha a efetivar essa opção. Antes dela, Shiloh já havia removido Pitt em 2024; o irmão Maddox também deixou de usar o sufixo, passando de Maddox Chivan Jolie-Pitt para Maddox Chivan Jolie; e a irmã Vivienne iniciou procedimento semelhante.

Fontes próximas ao ator indicam um distanciamento: os contatos entre Brad Pitt e os filhos estariam “reduzidos ao mínimo”. Esse cenário, observado à distância pela mídia, fala também de dinâmicas familiares que se reescrevem — como se a família, em cena, revisse o próprio rótulo e identidade.

Do ponto de vista cultural, a decisão de Zahara não é apenas uma mudança administrativa. É um pequeno gesto carregado de simbolismo: renomear-se é recusar um eco imposto, escolher a própria moldura no retrato público. Em termos sociológicos, funciona como um reframe da realidade, onde o sobrenome torna-se mais do que herança — torna-se instrumento de autorrepresentação.

Para além das manchetes, o caso convida a pensar no papel dos nomes na construção das trajetórias, nas memórias e nas lealdades familiares. No grande espelho do nosso tempo, escolhas como a de Zahara Marley Jolie refletem transformações maiores — sobre poder, autonomia e a forma como os laços privados se tornam narrativas públicas.

Enquanto isso, a saga dos sobrenomes do clã Jolie-Pitt segue em aberto, com ao menos dois filhos ainda mantendo Pitt no nome, e outros processos em andamento. O que permanece claro é que, para essa família, o nome é também um palco onde se encenam identidades e rupturas.

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