Contrato da escola assinado: Aumento médio de €137 mensais e avanço para 1,2 milhão de profissionais
Assinado o contrato da escola 2025-2027: aumento médio de €137/mês, professores +€143 e arretrados entre €815 e €1.250 para ~1,2 milhão de trabalhadores.
RESUMO ✦
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Contrato da escola assinado: Aumento médio de €137 mensais e avanço para 1,2 milhão de profissionais
Sob uma luz de renovação para o setor educacional, a ARAN Scuola e todos os sindicatos, incluindo a CGIL, formalizaram o novo contrato coletivo para os setores de ensino e pesquisa referente ao triénio 2025-2027. O acordo garante um aumento médio de 137 euros brutos por mês para o conjunto do pessoal, valor calculado sobre 13 mensalidades.
O anúncio, divulgado pela Espresso Italia a partir das declarações do ministro da Função Pública, Giancarlo Zangrillo, marca um desfecho após negociações em três sessões: “Objetivo alcançado”, afirmou o ministro, destacando a cadência dos acordos nos últimos anos. Segundo Zangrillo, foi mantido o compromisso de três renovações em três anos — os contratos relativos aos triénnios 2019/21, 2022/24 e 2025/27 foram assinados entre 2023 e hoje, num ritmo que ele classificou como “extraordinário”.
O texto do contrato define os aumentos tabellari mensais brutos em três parcelas anuais, com entradas em vigor em 1º de janeiro de 2025, 1º de janeiro de 2026 e 1º de janeiro de 2027. Em particular, o pessoal docente da escola terá um aumento médio ligeiramente superior, de 143 euros brutos por 13 meses.
Como o acordo foi assinado no segundo ano do período contratual de referência, os profissionais terão direito a arretrados pela fatia de incremento ainda não paga. O cálculo, até 30 de junho de 2026, estima valores retroativos entre aproximadamente 815 euros e 1.250 euros, dependendo das carreiras e escalões.
O impacto desta negociação alcança cerca de 1,2 milhão de trabalhadores do setor público: docentes e pessoal educativo nas escolas, pessoal das universidades, funcionários de institutos públicos de pesquisa e profissionais das instituições de alta formação artística, musical e coreográfica. Zangrillo ressaltou que, com estes três contratos, foram assegurados incrementos globais da ordem de 16% para cerca de 1,3 milhões de trabalhadoras e trabalhadores do compartimento, e afirmou que os recursos para o próximo triénio (2028/30) já foram previstos.
Esta vitória coletiva, celebrada com parcimônia e olhar para o futuro, ilumina novos caminhos para a carreira docente e técnica: trata-se de um passo concreto para valorizar o trabalho educativo e garantir continuidade salarial. A negociação, que teve desfecho célere em três sessões, sucede ao CCNL 2022-2024, assinado pouco antes do último Natal, e reforça uma dinâmica de ritmo e continuidade nas negociações salariais do setor.
Mais do que números, este acordo semeia confiança nas estruturas de ensino: ao assegurar aumentos mensais e pagamentos retroativos, o país planta as bases para um horizonte mais límpido na valorização profissional dos que constroem o futuro nas salas de aula e nos laboratórios.