Di Battista revela: 'Retiraram quase todo o tumor; agora preciso iniciar tratamento'
Di Battista informa remoção de quase todo o tumor em Cuba; inicia tratamento e prioriza recuperação, mantendo críticas ao campo político do centro-esquerda.
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Di Battista revela: 'Retiraram quase todo o tumor; agora preciso iniciar tratamento'
Alessandro Di Battista informou em entrevista ao programa Di Martedì (La7) que foi diagnosticado com um tumor cerebral e que já passou por cirurgia. Em declaração direta e sem rodeios, disse ter começado a se sentir mal em razão de um edema cerebral associado à presença da lesão tumoral.
Segundo o próprio, a retirada foi feita em Cuba e a operação ocorreu em condições adversas: "me operaram em um hospital sem água" em consequência do embargo imposto pelos Estados Unidos, afirmou. Ainda conforme o relato, os cirurgiões conseguiram "retirar quase todo o tumor". "Agora farei as cures (terapias) esperando que funcionem", declarou, com ênfase na necessidade de iniciar logo os procedimentos médicos.
Na mesma entrevista, Di Battista adotou uma postura pragmática sobre o prognóstico: "não sou de dizer 'vou conseguir' — eu tenho de fazer as terapias e ter uma atitude positiva". Ressaltou, entretanto, que a responsabilidade em não ceder é dos profissionais de saúde: "Quem não pode desistir são os doutores e eles não vão desistir. Estou sendo acompanhado muito bem".
O parlamentar também comentou o impacto do diagnóstico em sua agenda política. Ele disse pertencer a "aquele clube de cidadãos italianos que dizem 'por que justo comigo'", e ressaltou que, no momento, a prioridade é a recuperação: "tenho de começar cedo as terapias. Agora justo tenho de pensar em outra coisa".
No campo político, Di Battista fez considerações sobre o cenário do centro-esquerda. Questionado sobre comparações e possíveis candidaturas, afirmou que o "campo largo" está frágil: "Como pretende o PD vencer as eleições se, sobre a Ucrânia, tem de facto a mesma posição de Meloni? Não o vejo bem neste momento". Sobre si mesmo, ponderou a possibilidade de candidatura: "Se me candidarei? Com a associação Schierarsi tínhamos dado os passos certos para chegar a este momento, com pelo menos a possibilidade de decidir. Depois, a vida é imponderável".
Di Battista sublinhou que, apesar da pausa necessária para tratamento, a estratégia associativa deve prosseguir: "A prioridade para mim é curar-me. Mas o que temos de fazer é continuar a fazer crescer Schierarsi para quando houver outras eleições no futuro".
Este relato concentra fatos brutos colhidos na entrevista televisiva e cruzados com o próprio depoimento público do político. Mantém-se a linha de apuração: declaração direta do entrevistado, descrição das condições da cirurgia em Cuba e confirmação de que a remoção foi substancial, seguida da necessidade imediata de terapias complementares.
Resumo dos pontos verificados: diagnóstico por edema cerebral devido a tumor; intervenção cirúrgica em Cuba com remoção de quase toda a massa; hospital operando em contexto afetado pelo embargo dos EUA; plano de iniciar tratamentos; prioridade pessoal pela recuperação; avaliações sobre o quadro político do centro-esquerda e projeto associativo Schierarsi com continuidade prevista para o futuro.

