IP nos EUA liga pesquisa sobre ricina a área de Pietracatella; investigação aponta suspeitos do envenenamento
IP nos EUA ligaria pesquisa sobre preparação de ricina à área de Pietracatella; investigação estreita cerco sobre preparo e entrega do veneno.
RESUMO ✦
Sem tempo? A Lili IA resume para você
IP nos EUA liga pesquisa sobre ricina a área de Pietracatella; investigação aponta suspeitos do envenenamento
Pietracatella — Avança a investigação sobre o duplo homicídio de Antonella Di Ielsi e da filha adolescente, Sara Di Vita. Fontes oficiais relatam que, nos Estados Unidos, autoridades técnicas identificaram um endereço IP ao qual se conectou o computador usado para uma busca online sobre a preparação de ricina em pó. O apontamento informático recairia numa área coincidente com a zona de Pietracatella, e a busca teria sido efetuada poucos dias antes dos crimes.
O caso, conduzido com apuração in loco e cruzamento de fontes, registrou nas últimas 48 horas dois novos desdobramentos: além da identificação do IP, o cerco investigativo teria-se estreitado não apenas em relação a quem realizou a pesquisa na internet, mas também sobre quem supostamente preparou o veneno e quem o teria levado até a residência da família Di Vita. Trata-se de um avanço que, segundo agentes, deriva do processamento técnico de logs, somado a depoimentos colhidos em sequência.
Na delegacia, seguem as audições de pessoas informadas dos fatos. Uma das oitivas consideradas de destaque foi a de um amigo da professora de Riccia, vizinha a Gianni Di Vita. A polícia avaliou a declaração como de particular relevância para estabelecer cronologia e possibilidades de contato entre moradores locais.
Também foi novamente ouvido, na terça-feira, o próprio Gianni Di Vita, pai e marido das vítimas. Segundo nota do advogado defensor, o senhor Di Vita compareceu espontaneamente à delegacia de Campobasso e entregou um dispositivo eletrônico aos investigadores. "Gianni não é indagado, mas parte ofendida", afirmou o defensor. Em paralelo, a polícia solicitou e obteve acesso aos dois escritórios do homem, em Pietracatella e em Campobasso; Gianni acompanhou os agentes durante as buscas nesses locais.
Do ponto de vista técnico-forense, a identificação do endereço IP nos EUA abre duas frentes de trabalho: a validação da origem da conexão — se corresponde a um usuário local, a um provedor com roteamento ou a uma conexão mascarada — e a correlação entre horários das buscas e os deslocamentos de pessoas ligadas ao caso. Fontes policiais afirmam que esse mapeamento já motivou novas diligências e pedidos de informações a provedores e parceiros internacionais.
Os investigadores mantêm cautela sobre a repercussão pública das etapas em curso, citando o risco de comprometimento de provas e da própria investigação. Permanecem em análise material eletrônico apreendido e depoimentos que possam confirmar o elo entre a pesquisa online e a aquisição, preparação e entrega do agente tóxico.
Em resumo: há um elemento técnico — o IP identificado — que reforça linhas de investigação, mas a autoridade policial busca validação complementar antes de formalizar indiciamentos. A equipe segue diligente, com apuração in loco, cruzamento de dados e foco na reconstrução fática dos últimos dias que antecederam o crime.

