Anna Tatangelo emociona no Verissimo: nascimento de Beatrice, memória da mãe Palmira e o laço com Giacomo

Anna Tatangelo emociona no Verissimo: nascimento de Beatrice, lembrança da mãe Palmira e o apoio de Giacomo Buttaroni. Leia a entrevista completa.

Anna Tatangelo emociona no Verissimo: nascimento de Beatrice, memória da mãe Palmira e o laço com Giacomo

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Anna Tatangelo emociona no Verissimo: nascimento de Beatrice, memória da mãe Palmira e o laço com Giacomo

Chiara Lombardi para Espresso Italia — Em uma entrevista marcada por ternura e memórias, Anna Tatangelo esteve hoje no sofá de Verissimo com a apresentadora Silvia Toffanin, onde falou sobre a chegada da sua segunda filha, Beatrice, nascida em janeiro de 2026, fruto do relacionamento com o companheiro Giacomo Buttaroni.

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“Foi um dos momentos mais lindos da minha vida. Fui cercada de amor, mimada pelo meu filho e acolhida pelo meu companheiro”, contou Anna, descrevendo a sensação de plenitude ao fechar um ciclo pessoal. A cantora admitiu ter vivido essa gestação com um grau de apreensão maior do que quando, aos 22 anos, nasceu seu primeiro filho, Andrea, fruto da relação passada com Gigi D’Alessio. Naquela época, explicou ela, tinha a figura da mãe por perto; agora, a ausência pesa de modo diferente.

Durante o parto, Giacomo permaneceu ao lado dela: “Ele é apaixonado pela filha e esteve comigo a cada segundo”. Anna confessou que, apesar do amor e do apoio, havia temores — sobretudo pela possibilidade de cesárea. “No início tive muito medo, mas o Giacomo me tranquilizou profundamente”, disse.

O ponto mais comovente da conversa foi a lembrança da mãe, Palmira, que faleceu em 2022. Em um gesto íntimo durante a gravidez, Anna pediu à mãe que lhe desse os olhos para que ela pudesse rever a presença materna nos seus filhos. O pedido, segundo a cantora, se concretizou: “É mágico, porque ambos têm olhos claros. Toda vez que os olho, revejo a minha mãe”.

O laço entre mãe e filha, explicou Anna, sempre foi profundo, e a ausência ainda dói. “Tinha um relacionamento maravilhoso com ela. Pensei que o tempo fosse diminuir a dor. Sinto falta de poder contar a ela as pequenas coisas do dia a dia. Quando se perde uma mãe, falta ser filha. Mas sou grata por tê-la tido”, disse, emocionando-se em lágrimas. O momento sensibilizou Silvia Toffanin, que a confortou com um abraço apertado ao final da declaração.

Por fim, a cantora esclareceu rumores sobre um suposto casamento com Giacomo Buttaroni. “Casar foi algo que desejei muito no passado, especialmente quando era mais jovem. Meu companheiro gostaria muito, mas circularam notícias não verdadeiras. Quando for o momento certo, serei eu a anunciar. Para mim, seria a coroa de um momento feliz”.

Como observadora dos traços culturais que atravessam nossos afetos, a cena de Anna Tatangelo no programa funciona como um espelho do nosso tempo: reúne maternidade, luto e reconstrução emocional, um roteiro íntimo que dialoga com a memória coletiva. A forma como o rosto de Palmira se reflete nos olhos das crianças é quase semiótica — um pequeno reintegramento do passado no presente que nos lembra que cada nascimento carrega também a história daqueles que vieram antes.

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