Eurovision 2026: Itália torce por Sal Da Vinci, mas a grande favorita é a Finlândia com Linda Lampenius e Pete Parkkonen

Grand Final do Eurovision 2026 em Viena: Itália com Sal Da Vinci, Finlândia favorita com Linda Lampenius e Pete Parkkonen em 'Liekinheitin'.

Eurovision 2026: Itália torce por Sal Da Vinci, mas a grande favorita é a Finlândia com Linda Lampenius e Pete Parkkonen

RESUMO ✦

Sem tempo? A Lili IA resume para você

Gerando resumo com IA...

Eurovision 2026: Itália torce por Sal Da Vinci, mas a grande favorita é a Finlândia com Linda Lampenius e Pete Parkkonen

Já está tudo pronto na Wiener Stadthalle para o Grand Final da 70ª edição do Eurovision 2026, transmitido em direto pela Rai Uno na noite de 16 de maio. Antes da final, às 20h35, vai ao ar a Anteprima Eurovision, que mostra os bastidores do espetáculo — o trailer necessário para entender não só a performance, mas o roteiro oculto de expectativas e memórias que cada número traz consigo.

Nos comentários em italiano, para o terceiro e último encontro desta semana eurovisiva, estarão Gabriele Corsi (na sua sexta edição) e a estreante Elettra Lamborghini como telecronista. No palco de Viena, os anfitriões são Victoria Swarovski e Michael Ostrowski.

Participam 25 países. A abertura da noite fica por conta da Dinamarca, com Søren Torpegaard Lund e “Før vi går hjem”, e o encerramento será feito pelo anfitrião, a Áustria, com Cosmo e “Tanzschein”. A Itália entra em cena na posição 22: é a vez de Sal Da Vinci apresentar “Per sempre sì”, entre a Chipre de Antigoni e a Noruega de Jonas Lovv.

À beira da final, as casas de apostas e os observadores internacionais — compilados por EurovisionWorld — colocam a Finlândia como principal favorita. A dupla Linda Lampenius e Pete Parkkonen concorre com “Liekinheitin” (que significa “Lança-chamas”), imagem potente que promete incendiar a memória coletiva dos espectadores.

Em ascensão nas últimas horas figura a Austrália, com Delta Goodrem e “Eclipse”. Logo atrás, aparecem a Grécia (Akylas, “Ferto”), Israel (Noam Bettan, “Michelle”), a Dinamarca (Søren Torpegaard Lund), a Romênia (Alexandra Căpitănescu, “Choke Me”) e a Bulgária (DARA, “Bangaranga”). Sal Da Vinci navega confortavelmente no Top 10, estimado entre a 8ª e a 6ª posições.

O Eurovision nunca é apenas um concurso de canções: é um espelho do nosso tempo, onde escolhas estéticas, identidades e memórias nacionais se entrelaçam num espetáculo global. A aposta na Finlândia com “Liekinheitin” parece ser um exemplo de como uma narrativa sonora e visual forte pode ressoar para além das fronteiras — um verdadeiro eco cultural que desafia o público a interpretar mais do que ouvir.

Para os italianos, a presença de Sal Da Vinci representa uma aposta na tradição vocal e dramática, um refrão que pretende conectar o público à ideia de permanência — “Per sempre sì” funciona como uma promessa perante o fluxo fugaz do espetáculo televisivo. Será que a estética de raiz italiana resistirá ao impacto cenográfico e ao ritmo cortante de propostas como a finlandesa ou a australiana? Esse é o enigma da noite.

Informações práticas: a final está marcada para 16 de maio, com transmissão em direto e cobertura de bastidores antes do início. Os leitores são lembrados sobre a moderação de comentários: das 20h às 9h a publicação ficará suspensa, cada mensagem tem limite de 1.500 caracteres e cada usuário pode publicar até 150 comentários por semana; os comentários são aprovados segundo a política do site para preservar a qualidade do debate.

Enquanto o palco em Viena se prepara, resta ao público observar não só as performances, mas o reframe da realidade que o Eurovision propõe: cada canção é um espelho e cada votação, um fragmento do mapa emocional da Europa contemporânea.