Manuela Arcuri sobre o príncipe Pallavicino: 'Nunca diga nunca' — amizade, trabalho e fotos virais
Manuela Arcuri nega romance com o príncipe Pallavicino: amizade, trabalho e fotos virais explicadas em Verissimo.
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Manuela Arcuri sobre o príncipe Pallavicino: 'Nunca diga nunca' — amizade, trabalho e fotos virais
Por Chiara Lombardi — Em um diálogo que mistura elegância e ironia, Manuela Arcuri foi protagonista no sofá de Verissimo neste domingo, 25 de outubro. A atriz, que tem sido apontada nas últimas semanas ao lado do príncipe Domenico Antonio Pallavicino, fez uma declaração que é ao mesmo tempo um refrão e um convite à prudência: 'Mai dire mai' — ou, traduzindo para o nosso idioma, 'nunca diga nunca'.
As imagens que viralizaram — um registro discreto em Montecarlo onde os dois aparecem de mãos dadas — deram origem a toda uma narrativa pública de romance. Arcuri, com a calma de quem sabe que a imagem pública é um espelho distorcido, chamou a atenção para a simplicidade da cena: 'A mim parece que inventaram uma história a partir de fotos inocentes, onde nunca houve uma declaração, nenhum noivado ou casamento. É simplesmente uma mão'.
Os fatos, assim apresentados pela atriz, mantêm a objetividade: Manuela Arcuri e o príncipe Pallavicino conhecem-se há mais de cinco anos, numa relação marcada pelo trabalho. Arcuri é testemunha e rosto da fundação Pallavicino, e descreve a relação como uma colaboração profissional que evoluiu para uma amizade respeitosa. 'Colaboramos, trabalhamos juntos. Ele para mim é um amigo, sempre discreto, um príncipe no nome e no comportamento. Uma pessoa muito culta, que me dá conselhos e tem muita sabedoria', disse a atriz.
No entanto, a história pública ganhou camadas de julgamento — e de violência verbal. Arcuri falou sobre os ataques dos haters: 'Me doeu. Atacaram a mim e ao príncipe. Um dia acordei e li que eu teria que me casar com o príncipe em dezembro. Entendo que sou uma figura pública, mas exageraram a partir de fotos simples. Comentaram com crueldade'.
A atriz foi categórica em desmentir o romance: 'Não há nenhuma relação. Ele me agrada como pessoa, pelo seu peso humano. Gosto de tomar um café com ele, de rir e brincar. É uma pessoa maravilhosa'. Quando questionada por Silvia Toffanin sobre a possibilidade de um amor futuro, Arcuri respondeu com a mesma sinceridade discreta: 'Nunca diga nunca na minha vida, mas no momento não é assim. No momento eu o estimo, é meu empregador'.
Sobre os preconceitos que cercam a diferença de idade — ela tem 49 anos, ele 82 — Arcuri fez um comentário que remete ao livre arbítrio e à autonomia: 'Cada um faz suas escolhas. Ainda que não seja este o caso'. E, ao ser instada a dizer se o príncipe estaria apaixonado por ela, a atriz manteve a elegância: 'Vocês têm que perguntar a ele. Talvez ele tenha um fraquejo, talvez sim, é um homem'.
No fim, o que permanece é um retrato de convivência profissional que ganhou contornos de folhetim público. Como num roteiro onde o rumor tende a preencher as lacunas dramáticas, Arcuri corta a especulação com uma frase prática: por ora, é amizade e trabalho. 'Por enquanto não há mais nada. Não existem bases para um amor futuro, nem sequer pensei sobre isso', concluiu.
Esta conversa é um bom exemplo de como o entretenimento funciona como espelho do nosso tempo: a imagem — uma mão que segura outra em Montecarlo — transforma-se em roteiro, e o público rapidamente projeta sobre os atores uma narrativa que pode ou não existir. Manuela escolhe a prudência e a graça, lembrando que o verdadeiro enredo, muitas vezes, é o da convivência cotidiana.

