FederlegnoArredo celebra manutenção de bônus móveis e medidas para digitalização das empresas

FederlegnoArredo celebra confirmação do bônus móveis para 2027 e destaca apoio à digitalização e extensão do Energy Release às PMEs.

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FederlegnoArredo celebra manutenção de bônus móveis e medidas para digitalização das empresas

Por Stella Ferrari, Espresso Italia — Em tom firme e estratégico, a FederlegnoArredo saudou a decisão do Governo de confirmar o bônus móveis para 2027 e de manter os atuais bônus edilícios, sinalizando uma proteção contínua à demanda interna e à cadeia produtiva do setor moveleiro e de madeiras. Elia Vismara, presidente da Federação, ressalta que essas medidas funcionam como um sistema de suspensão e amortecimento em um mercado internacional com variáveis complexas.

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Segundo Vismara, a manutenção dos incentivos tem papel relevante para sustentar consumo e produção em um momento em que tanto mercados consolidados quanto emergentes exigem maior resiliência. Na metáfora de engenharia que orienta minha leitura: trata-se de calibrar o motor da economia doméstica para manter torque e tração, evitando que as oscilações externas acionem os freios fiscais sobre a indústria.

Outro ponto estratégico apontado pela Federação é a expectativa sobre o Ecobonus 65%, cuja confirmação ainda depende do aval europeu. A aprovação desse instrumento ampliaria a eficiência energética do parque imobiliário e atuaria como alavanca para investimentos em materiais sustentáveis, beneficiando toda a cadeia desde fornecedores até fabricantes finais.

Vismara destacou também a extensão prevista do mecanismo Energy Release às pequenas e médias empresas não energívoras. Trata-se de um desenho de política industrial que oferece energia elétrica a preços controlados em troca de investimentos em fontes renováveis. Na prática, é uma solução que reduz a volatilidade das contas de energia das indústrias e protege margens no médio prazo — uma verdadeira peça de engenharia financeira aplicável ao setor.

Além disso, a introdução do novo crédito d'imposta para softwares empresariais foi considerada essencial. Esse incentivo fiscal visa impulsionar a digitalização, a modelagem 3D e os sistemas de gestão da produção — ferramentas hoje indispensáveis para aumentar produtividade, personalização e competitividade internacional das empresas italianas do setor.

Como economista com visão de mercado global e foco em alta performance, afirmo que essas medidas, se convertidas em políticas estruturais, atuam em duas frentes complementares: apoiam consumidores e famílias por meio de incentivos ao investimento residencial, e dão suporte às empresas para modernizar-se e competir. FederlegnoArredo continuará a trabalhar em estreita colaboração com os decisores para que esses instrumentos sejam implementados de forma eficiente e duradoura.

Em suma, a confirmação dos bônus móveis e a manutenção dos bônus edilícios, combinadas com instrumentos como o Energy Release e o crédito d'imposta para software, configuram uma estratégia coerente de política industrial: projetar a economia como um motor calibrado, pronto para acelerar quando as condições externas permitirem, sem perder controle nem estabilidade.

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