NetApp amplia controles autônomos e soberania de dados para ambientes hybrid multi-cloud

NetApp amplia controles autônomos e soberania de dados para ambientes hybrid multi-cloud com Keystone Sovereign, automações por IA e integração Nutanix.

NetApp amplia controles autônomos e soberania de dados para ambientes hybrid multi-cloud

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NetApp amplia controles autônomos e soberania de dados para ambientes hybrid multi-cloud

Em um movimento voltado para a governança e a operacionalidade em larga escala, a NetApp anunciou novas capacidades para ambientes hybrid multi-cloud projetadas para unificar controles entre infraestrutura física em data centers, provedores públicos de nuvem e locais com exigências de soberania de dados.

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As atualizações introduzem três vetores principais: proteções de residência e acesso a dados para operadores do Espaço Econômico Europeu, automações operacionais impulsionadas por agentes de inteligência artificial e integração aprofundada com soluções de virtualização da Nutanix. A proposta é reduzir a complexidade da gestão de cargas intensivas em computação — como workloads de IA e aplicações críticas — mantendo conformidade jurisdicional e controle de custos de hardware.

O serviço Keystone Sovereign amplia as salvaguardas de governança ao combinar parâmetros geográficos com controles técnicos granulares sobre acesso e operações. Em termos práticos, isso significa aplicar limites automatizados e audíveis sobre onde os dados residem e quem pode interagir com eles — uma camada de proteção que funciona como um alicerce digital para estratégias de soberania europeia.

No campo da automação, a NetApp Console passa a suportar operações autônomas orientadas por agentes de IA e interfaces conversacionais ChatOps sobre a arquitetura ONTAP. As funções anunciadas contemplam provisionamento baseado em intenção, análises preditivas e resolução automática de incidentes respeitando políticas de segurança corporativas. Trata-se de transformar o algoritmo em infraestrutura operacional: camadas de inteligência que atuam como o sistema nervoso das operações, liberando os times para tarefas de maior valor.

A estratégia técnica também foca na desagregação das camadas de armazenamento, controle e serviços, com o objetivo de simplificar a escalabilidade em ambientes de alta intensidade computacional. Complementando essa visão, a gestão de frotas foi pensada para rodar diretamente na infraestrutura do cliente, garantindo observabilidade e controle centralizado tanto em nuvens públicas quanto em contextos isolados — essencial para organizações que operam com restrições de latência e resiliência.

Há ainda uma colaboração estratégica com a Nutanix para combinar o sistema NetApp ONTAP à infraestrutura Nutanix Cloud, visando otimizar ambientes virtualizados; disponibilidade prevista para o outono. A integração promete reduzir atritos entre camadas e facilitar o fluxo de dados entre nuvem e on‑premises.

Na avaliação de Roberto Patano, Field CTO e Senior Manager Solution Engineering Itália da NetApp: "A arquitetura de armazenamento determina o funcionamento de cada carga de trabalho. Os clientes não deveriam ter que escolher entre desempenho e controle on‑premises e a flexibilidade da nuvem. Com essas funcionalidades hybrid multi-cloud, a NetApp ajuda empresas a derrubar barreiras entre ambientes, operar com mais autonomia e colocar eficiência, soberania e controle no centro da estratégia de dados".

Em síntese, as novidades posicionam-se como ferramentas para arquitetos de TI e decisores: são mecanismos para estender o controle e a automação sem sacrificar a conformidade territorial, funcionando como infraestrutura invisível que sustenta a transformação digital europeia.

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