Terremoto de 5.7 no Japão: mais de 20 feridos em Shizuoka e Aichi; usina de Hamaoka sem anomalias
Terremoto de 5.7 no Japão: mais de 20 feridos em Shizuoka e Aichi; usina de Hamaoka sem anomalias. Trens sofreram atrasos por checagens de segurança.
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Terremoto de 5.7 no Japão: mais de 20 feridos em Shizuoka e Aichi; usina de Hamaoka sem anomalias
Um terremoto de magnitude 5.7 abalou a região central do Japão nas primeiras horas de domingo, deixando mais de 20 pessoas com ferimentos leves a moderados nas prefekturas de Shizuoka e Aichi, segundo comunicados oficiais obtidos e cruzados pela nossa redação.
A violenta, embora de profundidade intermediária, réplica sísmica foi registrada às 01h04 (hora local). O epicentro foi localizado na parte ocidental da província de Shizuoka, a aproximadamente 40 quilômetros de profundidade, de acordo com os dados divulgados pelas autoridades sismológicas japonesas.
Não foi emitido alerta de tsunami, conforme confirmação das agências de monitoramento marinho. As equipes responsáveis pelo monitoramento das usinas nucleares também informaram que não houve detecção de anomalias.
A operadora Chubu Electric Power Co., que administra a usina nuclear de Hamaoka — situada em Shizuoka e mais próxima da chamada Fossa de Nankai, região historicamente apontada como suscetível a um potencial mega-terremoto — informou em nota que não foram observadas irregularidades nos sistemas da central.
Como medida preventiva, alguns serviços ferroviários locais foram temporariamente suspensos. Os trens-bala sofreram atrasos entre as estações de Shizuoka e Gifu-Hashima para realização de inspeções de segurança nas vias e nos equipamentos. Fontes das empresas ferroviárias consultadas disseram que os atrasos e suspensões ocorreram para checagem estrutural e técnica antes da retomada integral dos serviços.
Até o fechamento deste boletim, as informações oficiais apontavam para mais de 20 feridos, a maioria com lesões leves, atendidos em hospitais das duas prefekturas. As autoridades locais mantêm equipes de emergência em prontidão e seguem avaliando danos em infraestrutura, edifícios e redes de transportes.
Trata-se de um episódio relevante no contexto sísmico japonês: embora a magnitude registrada não configure, por si só, um evento catastrófico, a proximidade da região de Hamaoka com a Fossa de Nankai exige vigilância contínua das autoridades. A apuração in loco e o cruzamento de fontes — institucionais e operadoras — reforçam que, até o momento, não há indício de problemas nucleares ou de alerta de tsunami.
Prosseguiremos com a cobertura e atualizaremos este relato conforme novas informações oficiais forem divulgadas pelas autoridades japonesas, pela Chubu Electric Power Co. e pelas operadoras ferroviárias. Nossa prioridade é apresentar os fatos brutos e verificados: localização do epicentro, profundidade, número de feridos, status da usina de Hamaoka e impacto nos serviços de transporte.

