Mobilidade Corporativa torna-se peça-chave do welfare, diz Dario Casiraghi (Arval)

Arval: mobilidade deixou de ser só negócio e virou pilar de welfare; consultoria e infraestrutura são essenciais para acelerar a eletrificação.

Mobilidade Corporativa torna-se peça-chave do welfare, diz Dario Casiraghi (Arval)

RESUMO ✦

Sem tempo? A Lili IA resume para você

Gerando resumo com IA...

Mobilidade Corporativa torna-se peça-chave do welfare, diz Dario Casiraghi (Arval)

Milão — A mobilidade empresarial deixou de ser apenas um facilitador operacional e passou a integrar o leque de soluções de welfare oferecido pelas empresas. A avaliação é de Dario Casiraghi, Diretor-Geral da Arval Italia, ao comentar a pesquisa do Arval Mobility Observatory apresentada hoje no SmartCityLab, em Milão, por ocasião da European Mobility Week.

Guia Italia + — O conteúdo continua após a publicidade.
Buquê Presente dos SonhosGuia Itália +
Eventos e Festas

Buquê Presente dos Sonhos

Lecce · Puglia

Buquês Personalizados – Flores Especiais para Cada Ocasião Transforme momentos importantes em lembranças inesquecíveis com buquês personalizados preparados com flor…

italflora - Sobremesas Personalizadas / Vinhos / FloresA combinarConhecer serviço

Continuação do Conteúdo ↘

Segundo Casiraghi, o foco da atuação da Arval mudou: não se trata apenas de fornecer um contrato de aluguel de longo prazo, mas de desenhar uma oferta consultiva, alinhada às necessidades corporativas, para construir uma mobilidade sustentável, integrada e digital. "O nosso objetivo é fornecer consultoria específica às empresas, entender seus requisitos e orientá-las para soluções que vão além do carro tradicional", afirmou.

Na prática, essa transição inclui produtos e serviços mais flexíveis — como o rinoleggio do carro usado, plataformas digitais de gestão, e complementos de mobilidade como e-bike e car sharing. Para empresas, esse mix representa não apenas economia operacional, mas também um ganho estratégico em políticas de welfare voltadas ao colaborador, retenção de talentos e imagem corporativa.

Casiraghi, porém, ressalta que existem barreiras a serem removidas. A primeira é cultural: "Precisa crescer a consciência dentro das empresas", disse ele, destacando a importância da consultoria para promover uma nova abordagem à mobilidade. A segunda é estrutural: as infraestruturas — em especial a rede de carregamento — ainda representam um obstáculo para a eletrificação da frota. "Vimos isso claramente no tema da eletrificação; é preciso acelerar o acesso a essa mobilidade sustentável", acrescentou.

Do ponto de vista macroeconômico, a mudança na gestão de mobilidade funciona como uma calibragem fina no "motor da economia" das empresas — reduz custos, melhora eficiência e alimenta a agenda ESG. Como estrategista, observo que a transição exige uma coordenação entre operadores privados, associações setoriais e poder público, para harmonizar incentivos, infraestrutura e regulamentação.

Em resumo, a visão de Arval — corroborada pela amostra de colaboradores do grupo bancário BNP Paribas pesquisada pelo observatório — é que a mobilidade corporativa passou de um insumo logístico a um pilar de welfare e sustentabilidade. A aceleração dessa transformação requer, além de produtos financeiros e tecnológicos, uma estratégia de mudança cultural nas empresas e investimentos em infraestrutura pública e privada.

Por Stella Ferrari, Economista Sênior — Espresso Italia

Guia Italia + — O conteúdo continua após a publicidade.

Continuação do Conteúdo ↘