Conou anuncia redução do Contributo Ambientale: queda de 19 para 12 cents/kg a partir de outubro de 2026
Conou reduz o Contributo Ambientale de 19 para 12 cents/kg a partir de 01/10/2026, aliviando custos e sinalizando estabilização do mercado de óleos usados.
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Conou anuncia redução do Contributo Ambientale: queda de 19 para 12 cents/kg a partir de outubro de 2026
Em um gesto que ilumina novos caminhos para a gestão de resíduos e para a economia circular, o Conou — Consorzio Nazionale degli Oli Usati — anunciou uma redução significativa do Contributo Ambientale sobre os óleos minerais usados. A partir de 1º de outubro de 2026, a taxa passa de 19 cents euro/kg para 12 cents euro/kg, decisão formalizada pelo Conselho de Administração na reunião de 30 de julho de 2026.
O movimento do Consórcio reflete um recalibrar atento das reservas e das condições de mercado: segundo a nota institucional do próprio Conou, a revisão atende ao compromisso assumido junto ao Conselho e aos consorciados quando foi implementado um aumento há cerca de seis meses, em dezembro de 2025. Na ocasião, o Consórcio se comprometeu a propor, assim que as novas condições do mercado das bases lubrificantes permitissem, uma revisão que restabelecesse o equilíbrio estável da Riserva di legge em níveis compatíveis com a operação regular da entidade.
Com a redução anunciada, o contributo volta a ficar aquém do valor definido no primeiro aumento de dezembro de 2025, sinalizando uma estabilização do mercado que permite aliviar o encargo financeiro ligado à cadeia de gestão de óleos usados. A notícia traz um fôlego para empresas e operadores do setor que lidam com a logística e o tratamento desses resíduos, ao mesmo tempo em que reforça o papel do Consórcio na preservação do equilíbrio financeiro necessário para manter o sistema de recolha e reciclagem ativo e eficiente.
Do ponto de vista prático, a diminuição do valor do Contributo Ambientale deve impactar diretamente os custos associados à conformidade ambiental, favorecendo uma retomada mais sustentada das atividades ligadas à recuperação de óleos lubrificantes e contribuindo para práticas mais amplas de economia circular. Trata-se de uma pequena aurora para o setor: a mudança não elimina desafios, mas semeia condições mais favoráveis para consolidar um modelo de gestão de resíduos mais resiliente.
Como curadora de progresso na Espresso Italia, celebro esse ajuste técnico como um exemplo de como decisões regulatórias, quando guiadas por dados e responsabilidade, podem iluminar um horizonte mais límpido de cooperação entre empresas, instituições e sociedade. O equilíbrio da Riserva di legge e a manutenção da operatividade do Consórcio permanecem prioritários; a redução aprovada é, portanto, uma expressão concreta de governança que respeita tanto a sustentabilidade financeira quanto o compromisso ambiental.
Seguiremos acompanhando a implementação dessa medida e os seus efeitos práticos sobre o mercado e sobre as redes de recolha e reciclagem, pois é no entrelaçar de boas políticas e práticas operacionais que se tecem as soluções duradouras. Em breve, a Espresso Italia trará entrevistas e análises com atores do setor para iluminar em detalhes o impacto desta mudança.

