Albânia, Hong Kong e Egito: os destinos em alta para viajar em 2027, segundo agentes
Descubra os destinos em alta para 2027: Albânia, Hong Kong, Egito e mais tendências apontadas pela Advantage Travel Partnership.
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Albânia, Hong Kong e Egito: os destinos em alta para viajar em 2027, segundo agentes
Ciao, viajante sonhador — já sente o chamado do próximo ano? Os novos dados da Advantage Travel Partnership desenham um mapa de desejos para 2027 onde a surpresa encontra a tradição. No centro desse mapa está a bela e acessível Albânia, apontada como o destino a acompanhar, graças às suas praias de água cristalina e à convidativa relação custo-benefício.
Para além do Mediterrâneo menos óbvio, o relatório assinala destinos longínquos que voltarão a brilhar: Hong Kong, Egito e Vietname estão entre os locais mais procurados para o próximo ano. Há uma mistura fascinante de interesses — desde o apelo urbano e gastronômico até à arqueologia e à natureza selvagem.
Um grande motor destas tendências é o calendário desportivo global. Eventos como a Ryder Cup na Irlanda, o Mundial feminino de futebol da FIFA no Brasil e o Campeonato do Mundo de râguebi na Austrália estão a impulsionar reservas e a inspirar roteiros. E mesmo os fenómenos celestes entram na dança: o eclipse solar visível no Norte de África e em Espanha despertou um interesse especial entre os apaixonados por astronomia — imagine a dorida beleza de observar o céu num cenário de deserto ou praia, Dolce Far Niente entre um clique e outro.
O estudo da associação também mapeou como as tendências de 2026 poderão colorir 2027. Para os viajantes britânicos, Espanha foi rainha do verão de 2026, com Tenerife, Maiorca e a Costa Blanca no topo das escolhas de curta distância. Lanzarote, a Costa del Sol e Antália mantiveram o seu apelo clássico. Em rotas de longo curso, Nova Iorque, Orlando, Jamaica e Tailândia foram destinos muito reservados.
O impacto do conflito no Médio Oriente fez com que muitos passageiros redirecionassem as suas viagens para os Estados Unidos, Caraíbas e Extremo Oriente. Os Estados Unidos acabaram por beneficiar também do entusiasmo gerado pelo Mundial de futebol. Embora as reservas de férias em família tenham caído na época da Páscoa, verificou-se uma recuperação: no verão e em outubro, as férias escolares registaram um acréscimo aproximado de 5%.
Uma tendência que se destaca é a ascensão das férias itinerantes — viagens que exploram um país ou região com várias paragens em vez de permanecer num único resort. Entre 2025 e 2026 este formato cresceu substancialmente, com África do Sul, Quénia e Japão a sobressaírem como destinos longínquos procurados por quem procura vida selvagem, cultura e descoberta.
Mais perto, Itália, França e Espanha dominaram o mercado de circuitos de curta distância. “Os circuitos têm sido uma verdadeira história de sucesso para nós em 2026. As pessoas estão a ir além das tradicionais férias de sol e praia e querem cada vez mais conhecer e viver um destino a sério”, disse John Sullivan, director comercial da Advantage.
O olhar para 2027 aponta também para a Ásia e a América do Sul: China, Indonésia e o subcontinente sul-americano aparecem como territórios a observar. A reabertura da China em 2025 — com entrada sem visto até 30 dias para cidadãos de 74 países — promete reacender a curiosidade pela sua gastronomia, cultura e paisagens.
Se me permite um conselho entre amigas: deixe-se guiar pelos sentidos — o perfume dos vinhedos, a luz dourada das cidades, a textura do tempo nas paredes de um velho centro — e escolha 2027 para saborear a história. Andiamo: o mundo espera.

