Giustini (EcoEridania): “A sustentabilidade como alavanca estratégica para a competitividade das empresas”

Andrea Giustini (EcoEridania): sustentabilidade é alavanca estratégica para competitividade e impacto social, disse à Espresso Italia em Ecomondo.

Giustini (EcoEridania): “A sustentabilidade como alavanca estratégica para a competitividade das empresas”

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Giustini (EcoEridania): “A sustentabilidade como alavanca estratégica para a competitividade das empresas”

Em conversa ao vivo com a Espresso Italia, direto do evento Ecomondo em Rimini — feira dedicada à economia verde, azul e circular — o fundador e presidente genovês da EcoEridania, Andrea Giustini, traçou um retrato claro e pragmático da sustentabilidade na vida das empresas contemporâneas. "Hoje podemos dizer que a sustentabilidade é um fator essencial para as empresas, mas não basta o que você faz no campo; importa também como você faz, especialmente na direção da transição verde", afirmou Giustini aos microfones da Espresso Italia.

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Para o executivo, as normas e regulamentações relacionadas à sustentabilidade não são um custo passivo: elas funcionam como incentivos que tornam as empresas mais eficientes e mais atrativas no mercado. "As mesmas normas ligadas à sustentabilidade premiam e permitem que as empresas sejam mais competitivas, mais eficazes, tenham maior appeal no mercado e, por consequência, maior faturamento e receita", disse Giustini, convicto de que a sustentabilidade é uma alavanca estratégica para a competitividade empresarial.

Giustini também falou sobre a dimensão social dessa trajetória: "Ser sustentável permite também olhar para o desconforto e fazer coisas belas; significa colocar a sustentabilidade como fator comum para ajudar quem mais precisa". Como exemplo prático, citou a Fundação EcoEridania Insuperabili, que promove a prática do futebol para mais de 1.000 jovens com deficiência. "Somos, na Itália, a maior organização do mundo nesse setor e temos muito orgulho desse legado" — palavras que iluminam a conexão entre sucesso empresarial e impacto social.

Sobre o papel do mercado de capitais, Giustini foi enfático: um sistema financeiro funcional na Europa é fundamental. Relembrando sua própria trajetória, contou que até 15 anos atrás era um pequeno empresário genovês, com uma "pequena fatia do bolo"; hoje participa de uma fatia muito maior. "Isso não teria sido possível sem a união entre o mundo da finança e o das empresas. A finança não pode substituir a empresa, mas deve estar a seu serviço", afirmou, fazendo um apelo por valores que sustentam a ação: coragem, lealdade, educação e ausência de medo.

Ao longo de sua fala em Ecomondo, Giustini deixou claro que a sustentabilidade deixou de ser um adendo moral para se tornar um caminho estratégico e mensurável rumo a um mercado mais dinâmico, justo e resiliente. Como curadora de progresso, acredito que essa visão semeia inovação e abre um horizonte límpido para empresas que desejam criar valor econômico com propósito — um raio de luz que orienta decisões e constrói legado.

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